Crônica de uma noite inesquecível

A estreia do circulasons, com apresentação de Lívia Nestrovski & Frederico Ferreira e Ná Ozzetti & José Miguel Wisnik, ontem (dia 20), foi daqueles shows que nos acompanham de volta para casa e ficam na memória como uma companhia prazerosa.

A voz de Lívia, forjada nas mais diferentes técnicas, é capaz de soluções impressionantes. Quando parece entrar em um beco sem saída, eis que surge uma nota improvável e surpreendente para escapulir e acariciar o ouvinte. Lívia tem uma capacidade imensa para o improviso, mas seus recursos não caem no mero virtuosismo porque estão a serviço da emoção, que brotou feito um rio e inundou a sala do Ouro Verde.

Importante destacar o trabalho de Fred Ferreira, instrumentista, compositor e arranjador cuja guitarra surge desprovida de clichês, trabalhando como um laboratório de timbres, ritmos e harmonias intimamente enlaçados ao canto de Lívia. Tudo tratado com a ponderação do silêncio, elemento fundamental para o trabalho artesanal e profundo que eles desenvolvem.

Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik entraram em seguida com a excelência característica. Ela, cada vez mais sábia no trato da voz, fugindo dos exageros com uma interpretação limpa e emocionante. Simples e poderosa, Ná Ozzetti segue cada dia melhor.

Com uma habilidade fora do comum para juntar letra e música, Zé Miguel Wisnik é autor de canções capazes de surpreender os ouvidos pelos rumos inesperados, mas sempre bem resolvidos, polidos e acabados. São canções plenas de naturalidade, mesmo quando nascidas da poesia, até mesmo pela cumplicidade com Ná.

Vale ressaltar a qualidade do som. Parecia não haver um intermediário eletrônico entre instrumentos, vozes e público.

O encontro final dos quatro foi impactante. Os duetos de Lívia e Ná marejaram nossos olhos naquele Ouro Verde imerso em sentimentos que nos guiaram de volta para casa e estão aqui, bem guardados. Já fazem parte da gente e seguirão conosco, porque é esse o caminho.

Agradeço por fazer uma pequena parte dessa história, integrando a equipe batalhadora reunida pela incrível Janete El Haouli.

Fotos: Rei Santos

Navegue por dentro

Por Christina Mattos –

Innsaei pode ser traduzido do finlandês como ” mar de dentro”. É o titulo de um documentário sobre a necessidade de buscarmos nossa própria essência. Prestar atenção na intuição e recuperar a capacidade de se colocar no lugar do outro.

O filme é de 2016, se não viu ainda, veja. Compartilhe do pensamento de líderes religiosos e cientistas sobre as consequências do nosso comportamento, diante de tantas mudanças provocadas a partir do acesso à tecnologia.

Nos distanciamos da Natureza, de nós mesmos e dos outros.

Quanto mais a gente demora a perceber que está desgovernado, se deixando levar, maiores os prejuízos.

Quando fazemos algo sem ver sentido, sofremos e fazemos sofrer.

O Tp1 se dedica a oferecer oportunidades para trabalhar o autoconhecimento, a conexão consigo mesmo e com os outros.

Estamos trazendo a Londrina o Workshop Autoliderança com Leila Carvalho.

A experiência foi pensada para equipes de trabalho e está disponível para a contratação de empresas .

Também há uma turma aberta para  workshop nos dias 31 de agosto e 1 de setembro de 2018.

Veja os detalhes aqui.

O ciclo da vida dentro das empresas

Por Carlos Mattos –
A vida é cíclica, assim como a gestão de pessoas. Desde o primeiro contato profissional até a
constante análise do relacionamento. No mundo corporativo, mais especificamente na área de
tecnologia, essas etapas acontecem através de avaliação de comportamento, performance, e
práticas.
A atração de novos profissionais surge a partir da proposição de valor, aqueles
atributos percebidos pelos candidatos e funcionários atuais, após a integração da empresa, a
constante revisão do compromisso acontece nas etapas de avaliação de desempenho.
Nesse ciclo de início, meio e fim, os jovens impõem transformações nas empresas.
De roupas coloridas a decisões compartilhadas, esses novos profissionais desafiam o modo clássico de trabalhar e desafiam as decisões dos gerentes. Administrar essa equipe é, sem dúvida, mais complexo, mas recompensador. Em troca de serem ouvidas, as novas gerações colaboram com ideias e melhorias de processos que dão agilidade e inovação às organizações mais
conservadoras. E eles melhoram a vida de pessoas de qualquer faixa etária.
Isso está forçando as empresas a reverem seus processos de avaliação de desempenho com o
objetivo de melhorar a contribuição dos funcionários para o crescimento dos negócios. No
entanto, é importante notar que essa nova realidade não afeta apenas a empresa, o modelo
de trabalho e as expectativas sobre novos profissionais, são especialmente afetadas.
O ambiente corporativo tornou-se mais complexo. Um profissional deve não apenas cumprir
suas metas individualmente, mas também contribuir para o desempenho do grupo. Algumas
das mudanças que observamos em todos os segmentos, mas especialmente na área de
tecnologia, são:
• Tarefas de responsabilidade do funcionário
• O trabalho a ser realizado requer especialização e avaliação
• As tarefas mudam rápida e constantemente
• As tarefas são complexas e interconectadas
• As expectativas de trabalho aumentam e evoluem
Esta evolução irá afetá-lo diretamente, não importa se você é uma parte da nova geração, ou
se você pertence a gerações anteriores. Você deve se adaptar à mudança para sobreviver no
novo ambiente corporativo.
Convido você a refletir sobre essas mudanças, como elas afetaram o seu dia-a-dia e o que você
fez para se adaptar a esse novo ambiente profissional. Coloque de lado as questões técnicas, e
por alguns momentos, pense em como você interagiu com essa nova geração de profissionais
e, se você pertence à nova geração, como você interagiu com colegas de gerações anteriores
que encontrou na empresa? Como você contribuiu para o objetivo principal da empresa?

Carlos Mattos é pai, professor, escritor e palestrante, apaixonado por tecnologia.
Atua na área de desenvolvimento de software para o mercado corporativo desde
1998. Nomeado pela Microsoft como MVP por 12 anos consecutivos (2003-2016)
e como Microsoft Regional Director (2017-2018) em reconhecimento às suas
contribuições para as comunidades técnicas e acadêmicas.
Mattos é Chief Architect e Head of Technology and Innovation na GFT.

LONDRINA E O ESTADO D'ARTE

por Marcelo Frazão
Londrina – Sabia que a cultura em Londrina nasceu antes, bem antes do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic)?
Reforçar o óbvio faz-se necessário: neste momento surgem, até mesmo, movimentos culturais cuja principal bandeira é… reduzir o dinheiro público para a cultura na cidade!
Exatamente: dentro do movimento cultural, há quem veja como solução investir MENOS. Menos cultura significa menos sociedade, menos gente, menos possibilidades.
Os artistas de Londrina não dependem do Promic. Somos nós, moradores de Londrina, quem dependemos dos produtores culturais da cidade.
Está em curso um corte de R$ 1,72 milhão no Promic – dinheiro que deveria ter sido investido na cultura em 2017, mas não foi, com a não realização de editais para financiar. O movimento pleiteia que o dinheiro seja acrescido ao programa no ano que vem, mantendo o previsto.
Perceba que a cena cultural de Londrina, desde o nascimento, sempre foi um agito em si. Antes de qualquer centelha de Promic, já éramos uma cidade com muita arte por metro quadrado – reconhecida nacionalmente por tal.
O Festival Internacional de Londrina (FILO) nasceu mais de 30 anos antes de se ouvir falar em políticas de financiamento cultural – público ou privado.
Não navego muito nas artes como produtor (fiz um documentário com dinheiro próprio e não escrevi um livro ainda), mas me solidarizo, como plateia, com a classe artística de Londrina.
Nesta altura do campeonato, depois de ver os produtores culturais de Londrina fazerem tanto pela cidade voluntariamente, deve ser duro ter que ouvir lição de moral de quem propõe “crowdfounding” e financiamento privado – como se isso já não fosse feito a todo tempo. Típico argumento para fustigar cidadãos comuns contra um monte de gente comum.
Boa parte das pessoas nesta foto do Emerson Scada conheci na cena cultural. E, como disse, não foi convivendo por dentro dela: foi como plateia mesmo. Nesta imagem, eles se reuniram para discutir os cortes e as intimidações que os artistas de Londrina vêm sofrendo.
Como jornalista e morador, sempre vi esses produtores no palco e nos bastidores de teatros, cenas de rua, rodas de histórias, lançamentos de livros, marchinhas, movimentos de periferia e de centro. Testemunhei a arte deles para quem tem e para quem não tem. Com o que tinham e o que não tinham.

Acredite: ninguém aí ficou milionário por aceitar merreca para propor projetos ao Promic, nem entrou nisso para se tornar alvo da ignorância e incompreensão. Também não estão na cena pública cultural porque gostam de estar na mira de um Tribunal de Contas, de uma Procuradoria Jurídica, Controladoria, Receita Federal… – e todos os órgãos de controle para quem prestam contas em cada projeto.
O Promic permite injetar dinheiro público desde em documentários como um Ouro Verde – Memórias da Cidade do Café (Fábio Cavazotti), até apresentações de palhaços em praças espalhadas por Londrina. Uma miríade incrível – que poderia ser até maior.
Com patrocínio do Promic, e já sob holofotes nacionais, está o livro do Renato Forin Jr, “Samba de Uma Noite de Verão” – correndo risco de levar um prêmio Jabuti, indicado pelo júri, na categoria Adaptação. Também de Londrina tem o Eugênio Canesin Dal Molin (O Terceiro Tempo de Trauma) – sem Promic. Os ganhadores saem dia 31. Londrina já venceu.
* Atualização: em 31/10 a direção do Jabuti divulgou que Forin é um dos VENCEDORES da categoria! Mais um dia histórico para a Cultura de Londrina!

Renato Forin Jr., em foto de Marika Sawaguti

Enquanto a fissura com o nu rola solta, muito além do Festival de Dança e da importante performance DNA de DAN, no Lago Igapó, o Promic alavanca projetos como o Festival Literário de Londrina (Londrix), o FILO, o Festival de Música e dezenas de ações e iniciativas espalhadas pela cidade.
E só não espalha mais porque o financiamento público não cobre tudo.
Qualquer pessoa que se aproxime verdadeiramente de um projeto cultural em Londrina verá: com ou sem Promic, a mágica da arte acontece. E se o poder público entra, dá escala para o impacto cultural em curso.
Uns 16 anos atrás, Londrina foi um dos centros urbanos do país a descentralizar a cultura dos lugares de sempre (geralmente, museus e bibliotecas nas áreas mais favorecidas das cidades).
Foi rara a época em que o poder público promoveu uma estratégia cultural para projetos em TODAS as regiões da cidade, capazes de transformar. E quantas realidades não transformou. Quantas poderiam transformar ainda mais.
Londrina, 2013, Zerão – Virada Cultural . Imagem: N.com
Me lembro que havia oficina de vídeo de alto nível na periferia. Dança, teatro, circo, música em todo canto. Centenas (milhares?) de jovens e adultos em Londrina experimentaram.
A história do Promic não surgiu ontem não. Faz tempo que Londrina testa formatos de financiamento para a cultura de forma pioneira.
Repetir que o programa precisa se modernizar e ter mais transparência é apenas um clichê.
Sendo dinheiro da cultura, disponível e existente, não deveria ser possível extrai-lo em R$ 1,7 milhão.
Os bons artistas de Londrina beberam ou bebem no Promic. Comprometer-se em colocar na rua um projeto cultural para a sua comunidade, qual seja, é uma escola de formação que leva Londrina junto.
Os projetos culturais já acontecem do jeito que podem. Quem acompanha de perto a rotina dos produtores culturais de Londrina colabora em pizzada, rifa, feijoada, doação e patrocínios privados de várias maneiras para, há tempos, bancar projetos.
Em quê agrega “sugerir” para os artistas de Londrina a busca de outras fontes – enquanto já fazem isso, sempre fizeram e sempre farão?
País afora, Londrina adentro, nossos artistas têm sido destratados com toda sorte de ofensas.
Como se saco de pancadas, são alvos de vereadores, do MBL, de um senador da República, de movimentos políticos do pior naipe. Os argumentos que servem para o achincalhe são conhecidos por tampar o sol com a peneira: “Dinheiro público não deveria ser usado para ‘isso'”, “tem setor que precisa mais”. “Isso não é arte”.
No lugar de apedrejar, deveríamos enxergar nos movimentos culturais uma forma de desenvolver as pessoas de Londrina. Quando não há recursos para obras – como desejam sempre os governantes – o investimento direto em seres humanos é a prioridade elementar.
Se só pessoas transformam pessoas, avisem ao mundo que, aqui, em Londrina, nós já começamos faz tempo essa lição de casa.
Consulte mais sobre a cultura de Londrina aqui
http://www.rubrosom.com.br/
http://www.funcart.art.br/
http://londrinacultura.londrina.pr.gov.br/ – só aqui tem 224 agentes culturais cadastrados, 112 espaços culturais e 46 projetos. Multiplicaria pelo menos por 4 essa conta – porque nem tudo está cadastrado.
https://www.almalondrina.com.br/
Apoie a cultura adicionando um recado na sua foto!
https://twibbon.com/support/quero-promic
 

CASAL DOA R$ 1 MILHÃO PARA A UEL. E VOCÊ?

por Marcelo Frazão
Imagem: COM/UEL
Londrina – Celeiro do melhor em ciência e ensino, perseguida pelo governo que deveria mantê-la, desprezada por parte da sociedade que a vê como palco de lutinha direita/esquerda – ao mesmo tempo obsoleta, desanimada e surrada – a nossa Universidade Estadual de Londrina (UEL) fez 46 aos e foi surpreendida pelo casal Yoshii, proprietários da construtora A.Yoshii.
(E a gente nem deu parabéns para a UEL direito!)
Convidados para plantar uma peroba na comemoração do aniversário da UEL, logo após conversarem com a professora aposentada da UEL, Estela Okabayashi Fuzii – 1ª filha de japoneses nascidos em Londrina – o casal deu a notícia espantosa.
Kimiko e Atsushi doaram R$ 1 milhão para a instituição. O único desejo: que parte do dinheiro seja usado para adquirir um piano de cauda para o Teatro Ouro Verde.
Kimiko fez dois cursos na UEL e pós-graduações. Como qualquer ex-estudante, sente-se em dívida eterna.
Vale lembrar que o casal já havia sido doador, em 1997,do prédio onde estão a Agência de Inovação Tecnológica (AINTEC) e a incubadora INTUEL – primeira de Londrina.
Vinte anos depois do prédio pronto, a AINTEC é um importante impulso para inovações, pesquisas e soluções em muitas áreas do mercado. Você já viu algumas startups e empresas incubadas aqui no Tp1.
A rádio UEL FM (107,9 Mhz) captou uma declaração do casal durante a cerimônia na instituição, quarta-feira (11), quando o anúncio foi feito.
Ouça aqui:

 
Outra boa notícia para a UEL nessa semana foi a fundação da Associação dos ex-alunos da UEL, a ALUMNI (calma, é só ex-alunos em latim).
A ideia da associação é reconectar os mais de 74 mil alunos que saíram de lá e estão espalhados pelo país e pelo mundão.
Já tem bastante gente anônima por aí que dá suporte para a UEL de várias formas – em trabalho voluntário, em colaboração com alunos, com laboratórios, com dinheiro.
Mas tudo bastante difuso, desconcentrado… Desconhecemos o volume das colaborações e precisamos entender como turbinar a universidade a partir do que nos tornamos ao ser parte dela.
Confessa: pode ir embora para onde for no mundo que a UEL nunca não sai de você. É igual Londrina.
Além dos ex-alunos, inclusive professores e funcionários tornam-se, com o tempo, voluntários da instituição na medida em que fazem até mesmo o que não precisariam. Claro, não são todos. Encostados e reclamões habitam em todos os lugares.
Se a UEL quer reconquistar Londrina de volta como todos gostariam de ver, esses exemplos valem muito, mas se esvaem sem serem alimentados.
A universidade ainda tem muitas lições de casa a fazer acumuladas. Infelizmente, deixa aberto o flanco ao ser questionada por um governador que, mesmo investigado criminalmente em 4 inquéritos, ainda assim consegue “captar” corações e mentes para usá-los contra a instituição.
Eis um excelente momento para plantarmos essa árvore definitiva na UEL: com raízes abertas à sociedade que pode ajudar no dever de casa que ficou para trás. Hora de reduzir a estrionice dos movimentos que criticam a academia apenas pela vontade (inútil) de vê-la esvaziada como um rótulo ideologizado.
Divulgaremos mais informações sobre a ALUMNI UEL e como cada um pode ajudar.
Se te perguntarem o que você ofertaria para a UEL, sabe responder de pronto?
>> Cris Mattos e Marcelo Frazão, do Tp1, são jornalistas voluntários na rádio UEL FM.
Marcelo Frazão
Somos Londrina. Somos Todos UEL

PARA PENSAR: 100 LONDRINENSES VÃO MORRER ASSIM ATÉ O FIM DE 2017

por Marcelo Frazão
LONDRINA – Eis um assunto do qual nós não vamos conseguir nos excusar de culpa. Desta vez, não tem relação com Brasília, Temer, Joesley nem Janot.
O assunto que une coxinhas, empadas, esfihas e mortadelas chama-se trânsito em Londrina.
Exatamente: o trânsito faz parte daquelas lições de casa das quais nada dependemos de ninguém – a não ser dos gestores locais e dos moradores que circulam por aí de carro, moto, ônibus, a pé ou de bicicleta.
Ano a ano, os números se repetem. E nada é feito para barrar aquela mutação que parece que todos sofrem atrás do volante, do guidon, do capacete ou a pé mesmo.
Pode parecer decepcionante: uma boa parte das pessoas mais legais com quem convivo é, em regra, displicente no trânsito.
Nós nos transformamos.


E sem nenhum tipo de intervenção nisso, quando 2018 chegar, cerca de 100 londrinenses vão ter morrido. Uns 200 terão sido atropelados. Mais de 1,7 mil acidentes acontecerão, deixando um saldo de perto de 2 mil vítimas.
E como este assunto tem muito mais a ver com você do que qualquer outra coisa, eu, Chris Mattos e Patrícia Zanin gravamos o Modos de Vida Tp1 #3 – no ar toda 4ª, 16h30, na Rádio UEL FM (107,9 mhz) – com o tema:

“Por que eu viro outra pessoa no trânsito ?”

  • Neste programa, quem dos três você imagina ter levado uma multa este ano? Quase 100 mil multas em 6 meses em Londrina. Você está no meio?
  • A confissão de um ciclista que anda na calçada – se sente triste com isso mas sugere compartilharmos mais os espaços.
  • A dica do maior especialista em trânsito do país que vai ajudar você a ir bem dentro ou fora do carro apenas usando um detalhe
  • Uma dica de filme sobre uma cidade que se transformou: Cities on Speed: Bogotá Change (dá um google para achar!)

Clique no play, ouça, reflita e vem com o Tp1 !
Queremos saber o que você achou!

 
Somos Londrina. Somos Todos por Um