O BOM ESTÁ EM VOCÊ!

por Chris Mattos
LONDRINA – Aos 26 anos, lá no século 18, Benjamin Franklin, decidiu ser a melhor versão dele mesmo. Criou uma lista com 13 virtudes e um gráfico para registrar o próprio desempenho em relação a cada uma delas. Ele acreditava que assim conseguiria reduzir suas falhas e alcançar seus objetivos.
O homem deixou seu legado! Foi filósofo, escritor, estadista, cientista (inventou o para-raios entre outras coisas) e ajudou a escrever a constituição americana.
(Hoje a carinha dele tá na nota de cem dólares. )

Todos podemos ser geniais. Essa foi – e é – a premissa do Workshop Geniação Contínua. Trata-se do primeiro curso de autodesenvolvimento oferecido pelo Todos por Um em Londrina, em parceria com a Fundação Geniantis e o Juntus Coworking.

Uma interação de altíssimo nível, ofertada GRÁTIS para os voluntários do Tp1 que trabalham em projetos sociais aqui em Londrina. Para energizar e dar mais força para as tarefas difíceis que temos.
Não existe fórmula mágica!  Precisa é fazer o exercício diário de superação, como  o Benjamin! Não necessariamente seguindo a tabelinha dele.
Em 2004, um grupo de 50 cientistas, liderados pelos psicólogos norte-americanos Martin Selligman e Christofer Peterson, identificou 24 forças de caráter como a base de 6 virtudes universais, ou seja, qualidades reconhecidas por diferentes culturas.
De acordo com os pesquisadores, o bom está em você e em todos nós.
Temos o conjunto das forças, mas usamos  6 ou 7 delas com mais intensidade.
As forças de assinatura marcam nosso comportamento e a maneira de ver os outros.
Usar em excesso uma ou mais forças e deixar de recrutar aquelas que precisamos desenvolver dificulta nossos relacionamentos e até o desempenho profissional.
Equilibrar as forças é o desafio para alcançar a nossa melhor versão.
Na primeira turma do Geniação em Londrina, tivemos como mentor o diretor da Geniantis, Marcos Curimbaba, e  um grupo bem heterogêneo de alunos.

Psicólogo, terapeuta, corretor de imóveis, professor de educação física, enfermeiro, empresário, professor do ensino fundamental, chef de cozinha, bibliotecário, jornalista…
Alguns convidados e a maioria voluntários no nosso projeto Rodas de Leitura Tp1. Eles  trabalham em comunidades carentes e instituições, usando a leitura interativa para equilibrar emoções e desenvolver auto-estima.
Através de exercícios ensinados no workshop relembramos nossas dificuldades em lidar com emoções negativas que experimentamos no dia a dia. Percebemos que estar atentos aos gatilhos que disparam esses sentimentos nos traz mais inteligência social e emocional.
Isso a gente pode traduzir como uma mudança de mind set, de forma de pensar.
Uma visão além do alcance, saindo do automático para colocar energia no que realmente vale a pena. Veja o que disse o chef de cozinha Mi Trautwein ao final do workshop.



Ficamos satisfeitos com o entusiasmo dos participantes do curso.
Já estamos programando a próxima turma – que será exclusivamente de professores da rede pública.
Em São Paulo, a Fundação Geniantis aplica o método no combate à evasão escolar e também ao bullying dentro da escola.
O Tp1 atua em muitas frentes, inclusive no desenvolvimento pessoal através da nossa área  “Vida Plena”.
Se a gente quer uma cidade melhor, um mundo melhor, tem que começar mudando a si mesmo.

MAIS UMA OPORTUNIDADE (Curso PAGO com o Tp1)
Agenda de julho do Tp1  

O Tp1, em parceria com a professora de Yoga Leila Carvalho, vai te ajudar a começar um processo de autoconhecimento, autoaceitação e desenvolvimento pessoal.
Qual é o legado que você deixar? Qual é o seu propósito de vida?
É isso que você vai buscar na Oficina RESET para a Vida Plena – nos dias 29 e 30 de julho (sábado e domingo), no Espaço Baobá.
Pedimos que a Leila Carvalho, mentora do Tp1, criasse a oficina para compartilhar técnicas que já ajudaram bastante a nossa equipe. Recomendamos MESMO que você invista neste curso, se tiver como.
Quem conhece o trabalho da Leila sabe que vale MUITO!
Veja o depoimento que recebemos de duas moradoras de Londrina que tiveram a oportunidade de aprender com ela.
A Bianca Bilia – que é super agitada – descobriu que, sim, Yoga é para os inquietos e ocupados! E como !


 
A Silvia Kodaka Pierin é cadeirante. Ela ganhou mais autonomia e autoconfiança praticando Yoga com a Leila.


Dessa vez, o RESET custa R$ 220 reais e você pode pagar pelo Pag Seguro (dá, inclusive, para parcelar no cartão)
Você pode fazer também um depósito identificado na conta corrente do Tp1. Assinantes de qualquer um dos Plano do Tp1 têm 10% de desconto.
As inscrições terminam no dia 23 de julho, neste fim de semana. Envie uma mensagem para tp1@tp1.com.br para receber mais informações e a sua ficha de inscrição!
Vem com o Tp1!
Somos Londrina. Somos Todos por Um

QUER CONHECER A GURU DO TP1?

por Chris Mattos
Londrina – Tive um momento bem dolorido de transição de carreira. Pra me reinventar foi fundamental praticar Yoga com a Leila Carvalho. Ela me conduziu num processo de reconexão. Fiz as pazes comigo mesma , me fortaleci e encontrei um caminho novo que me faz feliz.
A  Leila  acompanhou a história do Todos por Um desde o começo. Apoiou e contribuiu. Lembro quando ela chegou com 3 livros embaixo do braço, dizendo que a gente  precisava ler todos eles porque traziam pensamentos afinados com o nosso projeto.
Pegamos emprestado com ela  “Capitalismo Consciente” (John Mackey e Raj Sisodia) , “A Sociedade de Custo Marginal Zero” (Jeremy Rifkin)  e “Capitalismo Natural” (Paul Hawken, Amory Lovins e L. Hunter ).
Devorei os três.
Nos encontros para discutir o que era e como funcionaria o Tp1, várias vezes recorri a eles.
(Recomendo a leitura! Qualquer que seja o seu projeto!)
Outro episódio que ficou na história do Tp1  foi quando o Marcelo Frazão ia entrar ao vivo e teve uma crise nervosa. Era começo do projeto e vencer algumas barreiras parecia algo bem difícil.
Ele recorreu a uma técnica de respiração que a Leila ensinou e conseguiu se acalmar. Em instantes, já estava conseguindo fazer bem o que tinha planejado.
Por isso a gente chama a Leila de “Guru do Tp1”! (Rsss…)
Ela é  uma referência pra nós na hora de lidar com situações desafiadoras.
Pedimos que a Leila  criasse uma oficina para compartilhar com mais gente a visão e as técnicas do Yoga que podem ajudar qualquer pessoa a ter mais qualidade de vida.
A programação está pronta: encontro marcado para os dias 29 (sáb) e 30 de julho (dom).
É a Oficina Reset para a Vida Plena!
Serão 13 horas de treinamento e reflexão. 
Em “Capitalismo Consciente”, uma frase tem tudo a ver com o trabalho que a Leila fará durante a oficina.
“O dia mais importante pra qualquer pessoa é o dia em que ela descobre o propósito de vida.” 
A seguir, uma entrevista que fiz  para você saber mais sobre os temas da Oficina Reset  para a Vida Plena e sobre a própria  Leila, professora de Yoga desde 2009, cursando pós-graduação na área e parceira do Tp1.
Tp1: Como o Yoga entrou na tua vida?
    Leila Carvalho : Sempre me interessei por temas similares ao Yoga, como filosofia, autoconhecimento, desde pequena. Minha mãe praticou por pouco tempo. Foi ela a primeira a aumentar meu interesse pelo assunto. Mas infelizmente foi por motivos de estresse que efetivamente comecei a praticar. Aí, à medida em que praticava e aprendia sobre a filosofia, o amor veio e ficou! 
   Tp1: Você acha que as técnicas e a visão do Yoga podem ajudar qualquer pessoa?
   Leila Carvalho : Yoga serve para qualquer pessoa! Afinal de contas, conhecer-se melhor, saber administrar o stress, treinar a mente e o corpo para funcionarem equilibradamente é para todo mundo! 
  Tp1:O que você responde quando alguém diz “Yoga não é pra mim. É muito parado”.
  Leila Carvalho : Geralmente os que falam dessa forma são os que mais se apaixonam pelo Yoga, após entender seus fundamentos e seus princípios, após sentir os efeitos colaterais de toda essa “paradeira” do Yoga!! Eu digo: faça e a gente conversa daqui a algum tempo! (Risos) 
Tp1:Por que trabalhar autoconhecimento? Por que a gente se desconhece?
 Leila Carvalho : Nossa cultura busca fora o que está dentro! A gente se deixa influenciar pelos sentidos, deixa a mente turvar a clareza de nossa consciência, e o resultado são os muitos tipos de sofrimento. Quanto mais se busca o autoconhecimento, menos turva se torna a mente. Consequentemente, temos menos causas de sofrimento – em todos os âmbitos da vida. 
Tp1: Autoaceitação é perdoar nossos defeitos?
Leila Carvalho : É mais do que isso! É uma reconciliação profunda com a nossa essência, com resultados surpreendentes! Quem experimenta verdadeiramente sabe do que estou falando. 
Tp1: Aceitar o outro é mais difícil ou mais fácil?
Leila Carvalho : Não é possível aceitar o outro se você não se aceita. O primeiro e mais importante passo é entender quem você é, parar de exigir perfeição de si e se amar. Todos os grandes avatares deste mundo ensinaram isso, de formas distintas, mas com o mesmo significado. 
Tp1:Meditação é pra todos? O que precisa pra ela funcionar?
Leila Carvalho : Meditação deveria ser praticado por todos. Estar em sua presença, em silêncio, diminuindo a bagunça mental, por alguns minutos por dia. Mas para funcionar precisa de disciplina! 
Tp1: O que é atenção plena?
Leila Carvalho : Atenção plena é o que surge com o treinamento da meditação. É justamente estar mentalmente no presente, desligando-se propositalmente das lembranças desnecessárias do passado e do excessivo planejamento do futuro. 
Tp1:Qual é a visão do Yoga sobre os relacionamentos?
Leila Carvalho : Somos seres gregários. Além disso fazemos parte de tudo a nossa volta, pertencemos à família, à comunidade, ao meio ambiente, ao planeta, e por aí vai! E estar integrado, unido harmonicamente a tudo, é Yoga! Yoga é uma palavra do sânscrito que significa UNIÃO! 
Tp1:  Entre os temas da oficina estão as “principais  causas do sofrimento humano  e como se livrar delas” . Fale um pouco sobre isso. 
Leila Carvalho : O Yoga Clássico apresenta uma visão muito lúcida das causas de sofrimento, de forma magnificamente resumida e clara. E o melhor: mostra de forma prática e também bastante simples, factível, como reduzir essas causas. Quando estudamos esse assunto, temos aquela sensação de: “ah, era isso?!” 
Tp1:Qual o seu recado sobre alimentação e vitalidade?
Leila Carvalho : A alimentação do nosso corpo não se dá apenas materialmente falando, nos alimentamos de energia. E dependendo do tipo de energia que colocamos pra dentro, seja comendo, bebendo ou respirando, nossa vitalidade vai responder. Além disso, os primeiros dois passos do Yoga tratam de ética, que também tem a ver com o ato de se alimentar. O assunto é muito interessante e vasto, vale a pena conversar mais a fundo! 
Tp1: Qual é o seu  principal propósito em relação ao alunos no Reset?
Leila Carvalho : Meu propósito é justamente… o propósito!! Aquilo que faz nossa vida ter sentido, a descoberta do que a torna significante! O objetivo é facilitar o entendimento de cada um na busca de seu propósito de vida!
Serviço: Oficina Reset para a Vida Plena
29 de julho (sábado) – 9h às 18h
30 de julho (domingo) – 9h às 13h
Local: Baobá – Vivências pelo Brincar. Rua Jonathas Serrano, 361, Jardim Quebec Londrina
Preço:
1 – R$ 250 via PagSeguro.
Você escolhe entre: à vista no cartão, em até 18x (c/juros), no boleto ou no cartão de débito. 
Basta ir no link seguro https://pag.ae/bmlZL4t 
2 – R$ 220 depósito identificado conta corrente Tp1 Sicoob. Neste caso envie uma msg para a gente. 
Prazo de inscrição: 15 de julho
Alguma dúvida?
Whatsapp-nos: (43) 9.9156-9145
Email-nos: tp1@tp1.com.br

VOCÊ CONHECE OS SEUS SUPERPODERES?

por Chris Mattos
Londrina – Mesmo que eu não te conheça posso afirmar.
Você tem força e poder.
A gente vê isso todo dia aqui no Tp1!
Pessoas comuns fazendo coisas extraordinárias. Os mediadores das Rodas de Leitura que agem com o Tp1, por exemplo!
Uma vez por semana eles vão para os bairros periféricos de Londrina carregando um livro. Sentam em roda e criam um momento extremamente energizante para crianças, adolescentes e adultos, através da leitura interativa.
Pelas aberturas das histórias vão encontrando novos olhares sobre a vida e a comunidade. Juntos, seguem criando estratégias para um viver melhor.
Nas rodas, surgem muitas vezes dramas reais e o grupo ajuda no enfrentamento.
Tudo isso é super! É poderoso! Vai discordar?
Trabalhando como mediadores esses 20 voluntários de Londrina estão descobrindo que podem fazer muito mais por eles mesmos e pelos outros. E essa clareza – sobre o que vale a pena fazer da vida – vem quando a gente está consciente, se conhece.
Fica muito mais fácil lidar com os relacionamentos pessoais e profissionais e aproveitar as oportunidades ao máximo. Por isso o Tp1 investe em oportunidades de autoconhecimento e autodesenvolvimento dos moradores da nossa cidade.
E acabamos de confirmar mais um evento que tem exatamente esse propósito!

Mediadores no curso da 1a turma de rodas de leitura aqui com o Tp1

Graças aos nossos parceiros no Projeto Rodas de Leitura, o JUNTUS COWORKING  e a FUNDAÇÃO GENIANTIS,  vamos ofertar GRATUITAMENTE aos voluntários do Tp1  o Workshop Geniação Contínua. 
É um trabalho baseado no método das ” Forças de Caráter”, resultado de uma pesquisa da área da psicologia positiva, conduzida pelos psicólogos americanos  Martin Seligman e  Christofer Peterson.
Com a ajuda de 55 cientistas sociais, eles identificaram os valores universais mais reconhecidos por todas as culturas. Foram 3 anos pesquisando textos religiosos e filosóficos (obras dos pensadores gregos, a Bíblia, o Alcorão, o Bhagavad Gita  e outros) até identificar as 6 virtudes mais valorizadas.
E olhem quais são: Sabedoria, Coragem, Amor, Justiça, Moderação e Transcendência!
O estudo também apontou as forças de caráter diretamente relacionadas a essas virtudes. De acordo com essa teoria, todos temos 24 forças e,  algumas – entre 5 e 7 – formam a nossa assinatura. São aquelas que mais marcam nossa personalidade.
Equilibrar essas forças é o caminho pra melhorar.
(Para você entender mais sobre suas Forças faça um teste gratuito em  www.viacharacter.org. )
Roda de Leitura com mulheres no Jardim Nova Esperança (zona sul): 6 voluntárias coordenam com o Tp1

Curso Geniação Contínua 
O  Geniação Contínua desenvolve no participante o enriquecimento do pensar, através do uso das 24 Forças de Caráter. Os workshops tem todos uma mesma estrutura pedagógica sendo customizadas para diferentes focos como o do Professor em sala de aula, Relacionamentos entre Pais e Filhos, Família, Líderes e Funcionários.
Esta primeira turma em Londrina será exclusiva para os voluntários do Tp1. Terá aulas nos dias 14 e 15 de julho.
Se você também tem interesse em autodesenvolvimento, mande uma mensagem para tp1@tp1.com.br: teremos outras oportunidades!
A programação básica do Workshop:
– O Pequeno Evento viabilizando o ciclo de enriquecimento das 24 Forças de Caráter.
– Histórico e fundamentos da Ciência das Forças de Caráter.
– Enxergando as Forças de Caráter em pessoas distantes através de filmes.
– Enxergando as Forças de Caráter em pessoas próximas.
– Enxergando Forças de Caráter e Fomes de Vínculo, Autonomia e Competência em si mesmo.
– Entendendo o seu relatório pessoal de Virtudes e Forças de Caráter.
– Jogo de Tabuleiro Geniação Contínua para dosar Forças de Caráter na medida adequada.
– Como utilizar o GENIANTIS APP com exemplos de Eventos do dia a dia.   

  • geniantis.com

A Fundação GENIANTIS desde 1999 mantém uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento para projetos em ambiente escolar na cidade de São Paulo.

  •  juntuscoworking.com.br

O Juntus Coworking completa 5 anos mês que vem, compartilhando espaço e experiências , cultivando a colaboração e a inovação.
Somos Londrina. Somos Todos por Um

DÓRIA, BELINATI, MOCKUS, O LIMÃO E A LIMONADA

por Marcelo Frazão

Londrina – Crise não é projeto de governo para uma cidade como Londrina.

Crise, inclusive, não deveria ser modelo de governo de nenhuma cidade brasileira.

País afora, Londrina dentro, precisamos de prefeitos com conteúdos que mobilizem respostas e encoragem os moradores.

Dois meses atrás estive em São Paulo em um evento sobre empreendedorismo digital.

Falava o economista Ricardo Amorim – você já deve ter topado com ele nas tevês e jornais por aí.

Após dezenas de dados e prognósticos, Amorim mandou uma máxima difícil de desconsiderar.

“Nunca desperdice uma boa crise!”

Guarde essa frase. Volto nessa questão.

Uma leve pesquisada sobre como os prefeitos das cidades brasileiras enfrentam a queda geral de arrecadação e a falência de tudo e de todos nos conduz a apenas 4 ações elementares.

1 – Ir ao governador pedir recursos.

2 – Ir ao presidente e aos ministérios pedir recursos.

3 – Cortar gastos. E cortar mais gastos (cargos, água, luz, fone, etc)

4 – Tentar aumentar a arrecadação cobrando mais de todos (IPTU e ISS) e indo para cima de quem sonega ou não paga.

Estamos em Londrina.

O prefeito Marcelo Belinati anuncia um déficit de R$ 120 milhões e diz que insiste com o governo federal – na mesma fila que os quase 5 mil municípios – e com o governador, junto com as demais 398 cidades do Paraná.

Marcelo Belinati: ele precisa se tornar amigo do Dória, ao menos no facebook

Criou um plano de corte de gastos para cortar o que sobrou do que não foi cortado antes por Kireeff – que conteve até a capina da cidade, com 70% de redução, só para ficar em um exemplo.

Vamos lá.

Você morador inteligente de Londrina concorda comigo que essas medidas devem ser colocadas em prática não só na crise e que isso é apenas o elementar?

É apagar a última luz acesa onde já estava escuro. Trazer água de casa e usar os dois lados do papel na xerox. O que resta para quem trabalha na Prefeitura de Londrina e usa os serviços da cidade como morador.

Sabe aquilo que já não tinha?

Então: vai ter menos.

Agora, permaneça comigo no raciocínio.

Será que algum prefeito imagina que a população fica satisfeita e radiante toda vez que se anunciam cortes de gastos?

Volte para a cena real: você mora em uma cidade suja, saúde caótica, educação bem no mais ou menos com viés de baixa, segurança inexistente e trânsito letal. Um cenário cinza.

Liga o rádio, vê tevê e internet e tudo o que escuta ds líderes e do governo da sua cidade é: vai ficar pior e aquilo que já não funcionava vai ter menos dinheiro.

Desde quando moro em Londrina, os governos que chegam a cada 4 anos anunciam o cenário de caos. E, se tem algum juízo, na sequência já partem para ajustar o que acredita que pode ser ajustado.

Automaticamente, serviços e atendimentos são cortados.

E, como moradores, seguimos tropeçando nos tropeços de Londrina.

Vejo acontecer assim há 20 anos. Quem mora aqui deve certamente lembrar-se de que sempre tem sido nessa toada.

Pois ligo a tevê e vejo a 17ª entrevista do prefeito Marcelo Belinati sobre o déficit de R$ 120 milhões. Pela 78ª vez, repete que está muito difícil.

Nem vou culpá-lo por, irresponsavelmente, nas eleições, ter batido na tecla que “dinheiro tem” e o que faltava “era gestão”. Sobretudo na saúde. Agora, se vira nos 30.

E testemunho, pela 43ª vez, Belinati solicitando de nós, moradores, “um voto de confiança”.

Finaliza pontuando que cada londrinense tire “uma foto de hoje de qualquer coisa e repita a mesma foto no fim do governo. Para comparar como ficou”.

Pode arrepender-se por ter repetido isso 1245 vezes, chamando para si e para uma Prefeitura desanimada toda a responsabilidade – sem envolver um dedo da cidade e de nós, moradores, no desafio de transformá-la.

O déficit em si não é a questão. Ele é sempre mal explicado, existe e deve ser tratado. É o mínimo.

Inimaginável aceitar, entretanto,  que como cidade nos basta executar um plano de cortes para ajustar as contas e esperar a economia do país melhorar até que o caos volte ao nível menos caótico de antes da crise.

Bom, e o que fazer?

Você olha o mato crescendo na praça, na escola, e lixo para todo lado na rua.

Faltam árvores. O trânsito de Londrina fere e mata. As escolas estão superlotadas e a demanda por vagas de ensino infantil grita. Na cidade toda, calçadas abandonadas, falta de respeito coletivo, falta de ajuda mútua.

Um motorista atropela uma idosa que deixava a igreja no Jardim Ideal (zona leste) e foge dando cavalo-de-pau para se livrar do corpo – conta a testemunha no rádio.

E no imaginário o recado de que vai ficar pior porque não há dinheiro para fiscalizar, melhorar, monitorar, executar.

Achamos mesmo que 100% dos problemas de uma cidade só se muda com dinheiro?

Crise não é projeto de governo. E se não fizermos algo rapidamente além da lição mínima, estaremos abatidos como cidade. Com todo poder de Londrina, estaremos no chão. Não pode acontecer.

MUDANÇA de MINDSET JÁ!

Se faltam ideias e mentalidade para fazer do limão, limonada, precisamos – como moradores, prefeito e vereadores que nos governam – APRENDER conteúdo NOVO.

Longe de ser fácil.

É um processo pedagógico. Coletivo.

Do ponto de vista do Tp1, não esperamos. Aliás, já começamos e vamos energizar junto quem quer cidades melhores.

Precisamos construir isso e não virá de um prefeito de ocasião, ou de vereadores que passam. Todos têm seu valor e contexto – mas ainda precisam demonstrá-los.

Passado um mês de novo governo, não consegui ainda vislumbrar como alavancar uma cidade inteira como a nossa.

Assisto novamente, no Youtube, Benjamin Barber, cientista político americano, palestrando no TEDTALKS.

Dialoga sobre uma teoria preciosa e que talvez faça sentido para você que mora em Londrina.

Fez para mim.

Barber diz que os prefeitos do mundo têm mais poder que os presidentes e primeiro-ministros destes mesmos países.

Porque vivemos nas cidades – e não nos estados ou países, categorias consideradas como abstratas para moradores comuns do mundo.

Barber lembra que enquanto os EUA barravam alguma convenção climática, prefeitos de 200 cidades foram para Copenhagen co-criar padrões e metas de compromisso anti-poluição e de controle de emissão.

Se deram conta que problemas como emissão de carbono têm mais a ver com as cidades do que com os países. Quem quer, faz com o que tem.

O mesmo vale para o lixo nas ruas, a letalidade do trânsito, a saúde, segurança e educação ruins.

Moramos em cidades com prefeitos que agem de forma tão desconectada de nós quanto um presidente da república que mora em Brasília.

Lembra-se do alerta de Ricardo Amorim para os empreendedores?

“Nunca desperdice uma boa crise!”

Na década de 90, o prefeito de Bogotá, Antanas Mockus, sonhava em uma identidade para a cidade que fosse além da lembrança dos cartéis e, entre eles, Pablo Escobar.

Mockus chamou os moradores à consciência de como estavam concebendo a própria cidade.

Declarou guerra aos infratores de trânsito e reordenou espaços públicos dominados.

Abriu para pedestres ruas onde antes só havia sujeira, veículos e ocupação irregular.

Dissolveu a guarda de trânsito corrupta com 1500 oficiais e contratou 400 mímicos.

Exatamente: na capital da Colômbia, o símbolo da reordenação no trânsito e do cuidado com a cidade eram mímicos.

Os “mimos” incitavam a participação dos motoristas para um trânsito menos violento, mais gentil, mais cidadão.

Chamavam todos a se fiscalizarem e se cooperarem.

Mockus vestiu-se de cenoura na campanha contra os maus hábitos em Bogotá, quando decidiu fechar bares às 22h.

Junto com uma educação e pedagogia cidadãs, iniciou um sistema de ônibus, ciclovias e parques se tornarem temas no imaginário dos moradores, por cidades melhores.

Mockus: nova maneira de olhar a cidade e os moradores de Bogotá

 

Pense na economia da Colômbia no fim da década de 90.

Pense em como era ser morador de uma cidade assim na época.

Suponha como Pablo Escobar e a guerra entre os cartéis deprimia e oprimia – mesmo após ele ser morto – o imaginário de cidades como Cali, Medelín, Cartagena e Bogotá.

Hoje, são cidades que se inspiraram na transformação psicológica vivida pela capital e se tornaram conhecidas pelo livro (Medelín), pelas comidas, poesia, pelas pessoas.

Longe de se tornarem cidades perfeitas, a mudança veio da atitude de prefeitos que captaram como movimentar problemas complexos em cenários complexos – e em nível local. Sem tantos recursos assim.

Simples, mas nada fácil.

O que os moradores das cidades querem, aqui em Londrina e em Bogotá, em Nova Iorque e Barcelona, são líderes locais inventivos, energizadores, inspiradores de confiança e insistentes.

Precisamos retomar o tema da importância dos MORADORES e da nossa relação com os PREFEITOS para que as cidades façam a “virada” que todos pretendem.

Quando acabam os recursos para obras e ações com dinheiro público, o que resta?

Lembrando Ricardo Amorim e a crise como oportunidade…

1 – Trabalhar as pessoas. A maior obra de uma cidade está nos moradores.

2 – Trabalhar com as pessoas. Parte dos serviços públicos para os quais falta dinheiro pode ser realizada com os moradores e, claro, com as empresas.

 

Espero que você não torça o nariz com o que vou falar.

Esqueça o caso dos “pixos” e dos grafites apagados por um instante. Só um pouco. Também desconsidere aquela idiotice de aumentar a velocidade nas marginais.

Dória: ações a custo zero para os moradores (Imagem: facebook)

Em São Paulo, o prefeito João Dória fez acordos com uma rede de hotéis (Accor) para organizar albergues e com empresas de limpeza e higiene (P&G) para instalar banheiros públicos novos.

Acionou os taxistas para dedurar pichadores e chamou empresários para doar reformas e revitalizações  – sem contrapartida nenhuma, sem o poder público ofertar NADA.

Chamou a cidade para adotar praças e canteiros. E ainda fez acordo com hospitais privados ociosos na madrugada para realização de exames pelo SUS.

Tudo a custo zero – ou apenas jogando com o dinheiro rarefeito já existente existente.

Isso em São Paulo,certo?

Creio que o prefeito de Londrina deveria se inspirar e fazer parte de um grupo de prefeitos inovadores. Deveria buscar mais fontes de energia. Poderia se aproximar do João Dória, nem que no facebook. Ou no twitter, que seja.

Me convença de uma coisa: se em São Paulo dá, como não em Londrina?

Como ainda não saímos na frente das cidades médias brasileiras com esse novo olhar ?

É por isso que o Todos por Um, o Juntus e o Movimento Start Up Londrina (MSL), junto com a Prefeitura de Londrina, realizam o 1º encontro da série entre o prefeito Marcelo Belinati e moradores empreendedores da nossa cidade.

Nesta quinta-feira, 9 de fevereiro, está marcado o 1º Londrina Mais – energia, movimento e oportunidade”. O mote do encontro: “Limão, limonada – como Londrina faz da crise oportunidade”.

Para surgir ideias, nos conhecer, energizar. É para ouvir e falar com o prefeito.

O compromisso de Belinati é participar de um encontro mensal com os empreendedores de Londrina. Este é o primeiro da série.

O link de inscrição está aqui : http://bit.ly/2jt8v7S

Uma cidade melhor precisa ser erguida.

No meio dessa crise toda, a melhor estratégia é uma cidade inteira trabalhando por ela mesma, correto?

Somos 500 mil por Londrina. Mas as pessoas precisam ser chamadas.

“Qualquer um” que se pergunte na cidade pode doar uma hora de trabalho, ideias, dinheiro, ou algum equipamento/objeto que disponha em casa.

Agora, imagine um prefeito entendendo isso tudo…

E aí Marcelo Belinati?

Vamos?

Da nossa parte, já começamos!

Somos Londrina. Somos Todos por Um.

UM GUIA DA FLORESTA, UM ESCRITOR E UM DOUTOR SE ENCONTRAM NO MEIO DA MATA DOS GODOY. E VOCÊ DEVERIA VER O RESULTADO

A Mata dos Godoy como nunca vimos

Marcelo Frazão

Londrina – Se você pensa que a defesa da Mata dos Godoy é um assunto apenas para ambientalistas cheios de ideologizações, chegou a hora de realmente prestar atenção nesse assunto de maneira séria.

Você precisa ler e assistir ao que três moradores da cidade – especialistas em Mata dos Godoy e nos elementos dela – têm a dizer.

Um poeta, escritor e literato, que conheceu os antigos donos do local (os irmãos Olavo e Álvaro Godoy) – o ímpar Domingos Pellegrini.

Um empirista que convive há 27 anos com o que há dentro da Mata – o experiente Zé da Mata.

Um pesquisador de Biologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL) de alto nível – o doutor Edmilson Bianchini.

No lugar de uma reportagem comum, convidamos 20 moradores ligados ao Tp1 para irem ao Parque Estadual Mata dos Godoy nessa “viagem”.

Os moradores que acompanham o Tp1 com Pellegrini, Bianchini e Zé da Mata: conhecimento integral sobre a floresta

Uma multivisão do que “significa” a Mata e que raramente é ofertada.

Quem foi, viu uma pequena mostra de como a relação entre ciência, poesia, biologia, história, lutas pessoais, geologia e literatura interagem e ajudam a entender o porquê de a conservação da Mata dos Godoy estar acima de qualquer interpretação que isole a floresta como um caracter ambiental – o que mesmo assim já seria extremamente rico.

“Tivemos uma experiência para a vida”, concluiu a moradora Juliana Antivero, depois da aula de campo do Tp1 com os três “mestres” da floresta.

Não se trata de uma floresta “qualquer”: do tamanho de quase 700 campos de futebol (690 hectares), o Parque da Mata dos Godoy é o retrato do que sobrou de menos de 5% do que já foi a Mata Atlantica em Londrina, no Paraná e no país.

Há quem veja o número como um argumento “ambientalista” para sustentar a existência e a não-agressão completa que Londrina ainda deve à Mata dos Godoy.

Então, perceba mais esse dado: segundo a Fundação Osvaldo Cruz, nos próximos 25 anos o aquecimento global deve elevar em até 5,6º graus a temperatura média de Londrina e do Norte do Paraná.

Está aqui no site oficial da Fiocruz.

Traduzindo: se eu e você estivermos vivos em 2042, vamos nos sentir como em um forno permanente de um verão estendido. Não será gostoso – menos ainda com o cenário de mais seca e redução das chuvas em 18%.

Se isso ainda não justifica a existência da Mata para muita gente, o Todos por Um capturou mais dimensões sobre ela.

A Mata dos Godoy não é nem mesmo ainda totalmente clara para a ciência e para quem há décadas a estuda.

A sensibilidade da floresta tem uma dinâmica intrincada, ameaçada pelo avanço desnecessário da cidade sobre ela.

O chamado “urban spraw” – espalhamento das manchas urbanas sem controle – é atualmente a maior ameaça à Mata dos Godoy.

Vai patrocinada pelo imobiliarismo e pelos especuladores de terras pendurados em governos que ameaçam a floresta enquanto clamam por “desenvolvimento”, vilipendiando até mesmo o próprio conceito econômico.

Entre perobas e figueiras de até 500 anos dentro da Mata, nossos três especialistas seguem “assuntando” floresta adentro.

Pellegrini (camisa alaranjada) com Edmilson Bianchini: papo de alto nível no meio da floresta

“Na mata duas espécies de figueira e o palmito se encaixam como espécies-chave. São espécies que abastecem os animais durante épocas de “seca” da floresta. Os animais usam essas árvores para a manutenção da fauna no período desfavorável de alimentação. Se as perdermos, a fauna fica sem alimento e é possível perdermos os animais também. Teríamos o que se chama de perdas em cascata: uma série de perdas na floresta decorrentes do começo do desaparecimento de uma espécie em um determinado momento”, explica Edmilson Bianchini, doutor em Biologia Vegetal, pesquisador da Mata desde 1989.

E segue:

“A complexicidade desse ecossistema é muito grande. Nós não conhecemos praticamente nada dessa complexidade porque as redes biológicas estão só começando a ser estudadas, com pesquisas com orquídeas e polinizadores. E quando a gente interfere em algo assim, dificilmente consegue reestabelecer”, define.

Nos ambientes originais, o nível de interação micro e macrobiológica é tão extenso que o professor faz um alerta:

“Imaginar que o homem vai conseguir fazer uma floresta com o nível de complexidade que nós temos aqui na Mata dos Godoy é utópico. Não existe. A gente consegue reproduzir fisionomicamente uma floresta. Podemos ter uma visão de uma floresta parecida com essa, mas com esse nível de complexidade aqui, jamais. Inclusive pode ser que nós já tenhamos espécies extintas aqui na Mata decorrente da redução do tamanho dela. Então, é extremamente importante a conservação disso que temos – e que é primitivo. Criando uma zona de amortecimento, por exemplo, capaz de diminuir ao máximo qualquer impacto que possa ser causado nesse ecossistema. A zona de amortecimento é extremamente importante na conservação dele”.

O pesquisador considera que a Mata dos Godoy é um “banco genético” gigantesco do que existe da biodiversidade.

É como se no lugar de apenas empalharmos animais e lotarmos geladeiras de laboratórios com sementes de árvores, cascas de tronco, borboletas, insetos e amostras de DNA da fauna e da flora – tudo isso já existisse.

E melhor: vivo na própria floresta.

A Mata, reforça Bianchini, também “abastece” outros 70 fragmentos de pequenas florestas com a biodiversidade que irradia dela.

E qual é a idade da floresta?

“O que temos aqui é resultado de uma atividade de 5 bilhões de anos”, conclui Domingos Pellegrini, entre uma e outra história sobre os irmãos e antigos donos das terras onde está a floresta – Álvaro e Olavo Godoy.

Como a floresta só existe em razão da terra vermelha – o solo de Londrina “nasceu” da oxidação/degradação da lava vulcânica derramada por aqui – então a Mata dos Godoy, na prática, tem a idade do planeta Terra.

Zé da Mata abraça peroba nos Godoy: respeito por 500 anos de idade

TOC-TOC-TOC

(“Toc-toc-toc”) – “Olha só esse som!” – chama atenção o experiente Zé da Mata, um operário da floresta que está ali há 27 anos, desde quando o parque foi inaugurado pelo governo do Paraná.

Ao lado de uma gigante figueira, ele conta a história.

“Diz a lenda que os índios batiam nas catanas (as raízes tabulares das figueiras) para reproduzir um som oco que servia para alertar sobre a presença de brancos no meio da floresta”, conta Zé da Mata, fazendo o que fala.

 E mais uma parte de toda essa história você pode acompanhar nesse vídeo de 7 minutos em que os três trocam conhecimentos sobre o poder da nossa floresta pé-vermelha.

Sempre que você pensar na Mata dos Godoy, lembre-se de que a maioria das cidades brasileiras há tempos não tem mais um ativo desse nível perto.

Só dá play!

3 visões sobre a Mata dos Godoy

Somos Londrina. Somos Todos por Um.

CENOURA COM ÁRVORE?! CONHEÇA A HORTA QUE CRESCE JUNTO COM UMA FLORESTA!

Por 
Christina Mattostrabalho-terra-planta

Londrina – Nos canteiros de hortas da Terra Planta tem árvore e legumes, verduras e árvore, árvore e tubérculos….

Tudo junto e misturado.

É assim desde julho, quando a  empresa  começou a  semear uma  agrofloresta – depois de 3 anos e meio produzindo alimentos orgânicos da forma convencional.

Um projeto tocado com paixão, para casar agricultura, recuperação e preservação ambiental.

terra-planta-1

Como a nossa audiência já sabe, uma das missões do Todos por Um é criar e aumentar as conexões entre moradores a partir dos assuntos que mais importam para a vida de Londrina. Comer sem veneno é um destes temas.

No dia 27 de novembro, domingo, o Tp1 vai levar um grupo de moradores de Londrina  pra conhecer essa horta-floresta que está nascendo no município de Sabáudia, a 40 quilômetros.

A procura foi tão grande que decidimos encerrar as inscrições antes do prazo final.

 

Quase 40 pessoas conhecerão essa experiência junto com os jornalistas do Tp1.

 

Veja os números que compõem a horta-floresta!

A cada canteiro de 60 metros foram plantadas 2 mil mudas de hortaliças + 20 de bananeira + 20 de outras frutas + 42 de eucalipto!

E…nos pés dos eucaliptos, 60 sementes de árvores de outras espécies!

Uau!!

Quem voltar lá daqui a 2 anos vai ver uma área completamente transformada.

“Virada” em floresta! E produzindo alimento!

A produção da Terra Planta é vendida em Londrina na única feira de orgânicos da cidade, ao sábados de manhã (na Vila Brasil, rua Uruguai esquina com a Venezuela).

Quem quiser também por pedir para receber os alimentos em casa. As encomendas são feitas pelo whatsapp .

terra-planta-4
Aproximadamente 70 famílias compram as cestas semanalmente.

Entretanto, a produção é suficiente pra atender o dobro disso!  Está sobrando alimento da melhor qualidade.

Eu , como muitos consumidores da cidade, achava que orgânico tinha que ser feio e mirrado.

Agora sei que não é assim.

Os produtos são bonitos e graúdos. E certificados! Ou seja, têm o selo oficial – uma garantia de que foram produzidos sem nada de agrotóxico e dentro das melhores práticas sustentáveis.

A cada semana, o casal Eduardo Carriça e Gabriela Scolari divulga a lista de produtos disponíveis na horta.

Na última vez quando comprei escolhi 3 tipos de tomate, mandioca, pepino e cebola.

A cesta com 7 itens custa R$ 35 reais.

A quantidade varia a cada produto: preste atenção no peso indicado na lista quando for pedir. A qualidade é excepcional!

A Terra Planta também vende ovos caipira e produtos de mercearia como molhos, farinhas e geleias, produzidas por outras empresas de orgânicos.

O grupo que visitar a propriedade junto com o Tp1 vai conversar com o Eduardo sobre agrofloresta e plantar um canteiro, para entender melhor a técnica.

Também vamos colher o que quiser comprar e ainda haverá um piquenique. Cada um leva o que quiser de lanche.

O Tp1 é isso: comer melhor, cuidar mais da saúde, ensinar as crianças, ajudar a melhorar a vida de quem trabalha no campo e ainda proteger o nosso canto aqui no planeta.

Esse no vídeo é o Eduardo Carriça. Veja o que ele tem para falar contigo que fez a inscrição em tempo.

Vem com o Tp1!

Somos Londrina. Somos Todos por Um