VOCÊ CONHECE OS SEUS SUPERPODERES?

por Chris Mattos
Londrina – Mesmo que eu não te conheça posso afirmar.
Você tem força e poder.
A gente vê isso todo dia aqui no Tp1!
Pessoas comuns fazendo coisas extraordinárias. Os mediadores das Rodas de Leitura que agem com o Tp1, por exemplo!
Uma vez por semana eles vão para os bairros periféricos de Londrina carregando um livro. Sentam em roda e criam um momento extremamente energizante para crianças, adolescentes e adultos, através da leitura interativa.
Pelas aberturas das histórias vão encontrando novos olhares sobre a vida e a comunidade. Juntos, seguem criando estratégias para um viver melhor.
Nas rodas, surgem muitas vezes dramas reais e o grupo ajuda no enfrentamento.
Tudo isso é super! É poderoso! Vai discordar?
Trabalhando como mediadores esses 20 voluntários de Londrina estão descobrindo que podem fazer muito mais por eles mesmos e pelos outros. E essa clareza – sobre o que vale a pena fazer da vida – vem quando a gente está consciente, se conhece.
Fica muito mais fácil lidar com os relacionamentos pessoais e profissionais e aproveitar as oportunidades ao máximo. Por isso o Tp1 investe em oportunidades de autoconhecimento e autodesenvolvimento dos moradores da nossa cidade.
E acabamos de confirmar mais um evento que tem exatamente esse propósito!

Mediadores no curso da 1a turma de rodas de leitura aqui com o Tp1

Graças aos nossos parceiros no Projeto Rodas de Leitura, o JUNTUS COWORKING  e a FUNDAÇÃO GENIANTIS,  vamos ofertar GRATUITAMENTE aos voluntários do Tp1  o Workshop Geniação Contínua. 
É um trabalho baseado no método das ” Forças de Caráter”, resultado de uma pesquisa da área da psicologia positiva, conduzida pelos psicólogos americanos  Martin Seligman e  Christofer Peterson.
Com a ajuda de 55 cientistas sociais, eles identificaram os valores universais mais reconhecidos por todas as culturas. Foram 3 anos pesquisando textos religiosos e filosóficos (obras dos pensadores gregos, a Bíblia, o Alcorão, o Bhagavad Gita  e outros) até identificar as 6 virtudes mais valorizadas.
E olhem quais são: Sabedoria, Coragem, Amor, Justiça, Moderação e Transcendência!
O estudo também apontou as forças de caráter diretamente relacionadas a essas virtudes. De acordo com essa teoria, todos temos 24 forças e,  algumas – entre 5 e 7 – formam a nossa assinatura. São aquelas que mais marcam nossa personalidade.
Equilibrar essas forças é o caminho pra melhorar.
(Para você entender mais sobre suas Forças faça um teste gratuito em  www.viacharacter.org. )
Roda de Leitura com mulheres no Jardim Nova Esperança (zona sul): 6 voluntárias coordenam com o Tp1

Curso Geniação Contínua 
O  Geniação Contínua desenvolve no participante o enriquecimento do pensar, através do uso das 24 Forças de Caráter. Os workshops tem todos uma mesma estrutura pedagógica sendo customizadas para diferentes focos como o do Professor em sala de aula, Relacionamentos entre Pais e Filhos, Família, Líderes e Funcionários.
Esta primeira turma em Londrina será exclusiva para os voluntários do Tp1. Terá aulas nos dias 14 e 15 de julho.
Se você também tem interesse em autodesenvolvimento, mande uma mensagem para tp1@tp1.com.br: teremos outras oportunidades!
A programação básica do Workshop:
– O Pequeno Evento viabilizando o ciclo de enriquecimento das 24 Forças de Caráter.
– Histórico e fundamentos da Ciência das Forças de Caráter.
– Enxergando as Forças de Caráter em pessoas distantes através de filmes.
– Enxergando as Forças de Caráter em pessoas próximas.
– Enxergando Forças de Caráter e Fomes de Vínculo, Autonomia e Competência em si mesmo.
– Entendendo o seu relatório pessoal de Virtudes e Forças de Caráter.
– Jogo de Tabuleiro Geniação Contínua para dosar Forças de Caráter na medida adequada.
– Como utilizar o GENIANTIS APP com exemplos de Eventos do dia a dia.   

  • geniantis.com

A Fundação GENIANTIS desde 1999 mantém uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento para projetos em ambiente escolar na cidade de São Paulo.

  •  juntuscoworking.com.br

O Juntus Coworking completa 5 anos mês que vem, compartilhando espaço e experiências , cultivando a colaboração e a inovação.
Somos Londrina. Somos Todos por Um

PRESTE ATENÇÃO AQUI: BRASÍLIA JÁ ERA. BOLSONARO E LULA NÃO VÃO TE SALVAR

por Marcelo Frazão

Londrina – Existem algumas maneiras de reconstruir (ou destruir de vez) um país.

Tocar fogo em tudo, apostar em diretas já (mesmo que a menos de um ano do fim do mandato), esperar que Temer, Joesley,  Dilma, Lula, Marcelo Odebrecht ou Bolsonaro – e Marina, Dória, Ciro, Joaquim Barbosa, Luciano Huck ou qualquer coisa dessas – resolvam nossas questões.

Essa gente não está nem aí para você. Se manque.

Sinto intolerância à espera de soluções por parte de quem, à esquerda e à direita, sempre nos chicoteou e usurpou.

O que vou dizer não é sobre fazer passeatas e pressionar governos – algo que deve ser feito sempre.

Em verdade, não há como imaginar que a minha e a sua vida dependam desse foco de atenção que nos consome sem resposta. Vivemos em um SISTEMA (e não em um esquema) de corrupção.

Pode gastar todo o seu repertório de indignação no facebook.

Pode ir para passeata pacífica que qualquer governo vai te apoiar e garantir seu “livre direito à manifestação”. Esgoele-se de gritar com seu cartaz de bolso no meio da multidão esperançosa… e volte para casa para tudo permanecer igual.

Ou então façamos uma manifestação violenta e sejamos drasticamente reprimidos pela PM e pelo Exército. É tiro. É porrada. É bomba. E isso você não aguenta porque o monopólio do uso da força faz do Estado o maior especialista em te reprimir.

Não confunda o que vou falar com ficar parado e aceitar a realidade. Mas fica o alerta para que aprendamos, em algum momento da curva, a não apostar todas as energias em uma resposta só.

No Tp1, cultivamos uma certeza: nenhuma solução para nos tornar melhor virá de Brasília.  Aquilo ali já era.

No entanto, sinta-se livre para acreditar que algo realmente importante possa vir de lá.

Antigamente eu supunha que toda obra ou serviço público tinha propina e gerava algum esquema para alguém.

Era só cutucar que sempre saía algo estranho.

Quão infantil meu pensamento!

Na verdade, obras e serviços públicos, regra geral, SÓ EXISTEM quando propiciam formas de subtrair recursos além da conta para quem nem deveria chegar perto de dinheiro – como os políticos.

A melhor maneira de recriar esperança e construir a realidade que precisamos, primeiro, é admitir, entre nós, que temos pessoas suficientes sentindo o desafio e a necessidade urgente de transformações. Sinto Londrina assim.

Mas não são transformações para alguém fazer por nós. Ninguém virá.

Você pode achar pueril o que afirmo, frente ao gravíssimo estado de coisas em que nos encontramos.

A mim, esta foto abaixo é a expressão de parte de uma realidade possível de erguer, apesar de tudo, com quem aceita transformar fazendo a sua própria metanóia.

Essa turma se encontrou, a convite do Tp1, durante um fim de semana, para aprender um método de mediação de conversas. Essas conversas acontecem em rodas de leitura.

E a gente faz um país…

O método da Fundação Geniantis é poderoso: a leitura é o grande pretexto para as pessoas estarem juntas, se reconhecendo ao longo de vários encontros, ouvindo e construindo uns com os outros.

Quando a gente aprende a conversar, faz. Quando a gente aprende a estar junto, isso gera ideias, interações, negócios, desafios, trocas pessoais.

Põe aí na busca do Google para você sentir o peso de decidir-se por uma metanóia.

Quando você “toma” metanóia, simplesmente para de esperar que alguém faça por você aquilo que você mesmo deve fazer.

Acredito no poder das cidades e dos moradores das aglomerações urbanas. Tenho certeza que se há algo por começar, deveria começar por Londrina.

Aqui somos equipados com condições que outras cidades nem sonham em ter. E temos um poder: o poder de ser morador de Londrina.

Agora voltemos ao momento que nos dói.

Lembre junto comigo.

Primeiro vieram as marcas de roupa – da Marisa à Zara – e nos mostraram a face oculta da escravidão nas etiquetas dos casacos que usamos.

Depois, a Odebrecht e a OAS esfregam na nossa cara como se faz corrupção com o futebol nacional e a Copa do Mundo. E empurraram, goela abaixo, gigantescas obras – atingindo até o coração do Brasil, com hidrelétricas em plena Amazônia. Foi como se fraudassem o nosso arroz-com-feijão.

Chega a Operação Carne Fraca para comprovar como aquele sanduichinho gostosinho no SubWay da Gleba Palhano faz parte de uma máquina de lavagem de dinheiro de propina por um fiscal do Ministério da Agricultura em Londrina.

E aqueles coreanos que você imaginava super-rígidos na moral e nos bons costumes – os donos da marca da tevê da sua sala?

Pois então: a Samsumg também nos fraudou em um esquema com navios-sonda na Petrobrás – no mesmo pacote, estão Eduardo Cunha e os doleiros dos crimes do mercado. Tinha holandês fazendo esquema com a Petrobrás em dragagens de portos também.

Daí conhecemos Joesley da JBS/J&F, que flana leve com sua narrativa de quem pagou quase 2 mil políticos como se contasse uma anedota no boteco. “Aí eu peguei e paguei meio milhão para ele por semana …!” (ahahahahahahahah)

E o que Joesley e seu conglomerado te mostram é a corrupção além da simples carne com SIF fraudado. Vai da margarina (iec!), aos drumetes de frango venenosos da Big Frango estalando no seu fogo. Está naquele queijinho Faixa Azul que você rala. E no macarrão também.

Está no detergente Minuano e na sandália Havaiana que, com o tempo, agora solta as tiras.

Tem esquema até no seu Neutrox, se você é disso. Tem lá na sua roupa Timberland também.

Mas você acende a esperança e diz: “Nos países desenvolvidos é diferente – o Brasil tem que chegar lá!”

Não, não é. Nunca foi. Nunca será.

Cena do filme TERRA: Netflix e Youtube tem

Americanos, franceses, italianos, gregos – até os alemães – praticamente todos os povos, de maneira geral, tornam-se presas das marcas que mais adoramos comer, vestir, dirigir, nos dar confortos.

Uns mais, outros menos. Todos sempre.

A nossa relação com as grandes marcas e empresas é tão conecta que quase podemos afirmar que elas fazem isso … por nós!

Para garantir o que queremos na escala humana que desejamos, os mundos políticos, estatais e econômicos forjaram incríveis alianças contra nós mesmos, comuns.

Convença-me que tem solução o sistema em que o amigo da JBS entra com nome falso pela garagem da casa do presidente. Ou um mundo em que um ex-presidente tem seu sítio reformado pela empreiteira que representa – antes, durante e depois de governar a República.

O poder e o dinheiro sentam-se com os pés na mesa na sala de qualquer senador ou deputado – e o tem como sócio. O BNDES, por exemplo, enfiou R$ 10 bi no grupo de Joesley e tornou-se dono de quase 30% do negócio. Fora empréstimos na CEF e BB, cujo total pode bater R$ 50 bilhões em facilidades para a JBS/J&F.

Tudo para que produtos e confortos estejam ao alcance das nossas mãos, na prateleira do mercado, a preços “módicos” em uma produção mais industrial o possível, para o máximo de humanos possível.

E se é a gente quem alimenta essa roda, a história tem, portanto, com cada um.

É com nossos dinheiros, vontades e desejos que essa intensa e imensa máquina gira e permanece em moto-perpétuo. Um ultracapitalismo estatal que nos governa junto com os governos…

Dá para boicotar a JBS no churrasco de fim-de-semana? Fazemos cócegas na Coca-Cola toda vez que decido não comprar uma latinha (só por hoje, só mais um dia)?

Vale aplicar tempo pensando nisso?

Conseguimos comer e sobreviver fora da mesa posta para nos jantar?
Há provas que sim.

Uma parte dessa prova está nas coisas locais que podemos erguer.

Semana passada, o Tp1 esteve no sítio Rampazzo, em São Luís, em uma visita organizada para moradores de Londrina.

Um casal de amigos – Telma e Luís –presenteou-me com duas dicas de filmes que captam o exato momento em que estamos.

Assisti e passo à frente.  Sim, tem na Netflix e no youtube.

Os dois são documentários franceses. O primeiro é TERRA – O filme.

Nesta produção, micróbios, fungos e bactérias contam a origem da humanidade que nos tornamos.

TERRA nos leva da floresta às cidades. Passeia pelas mais formidáveis e destrutivas coisas criadas pela humanidade para a gente mesmo.

Da evolução biológica de nós bichos à tecnologia, o documentário avalia o caminho percorrido por um olhar conjunto do nosso resultado produzido sobre o globo terrestre.

Sim, você vai se sentir dentro disso.

Ver de cima as criações gigantescas de gado nos EUA (ou no Brasil) não é, exatamente, a visão que gostaríamos do nosso bife mal passado no prato.

E a assustadora cidade russa erguida só para a exploração dos recursos minerais de uma área no meio do nada no gelo… Para termos um Iphone.

Dá para entender com perfeição em qual ponto chegamos dos processos que criamos como humanidade.

E aí tem um outro documentário que mostra a “virada”, aponta a perspectiva.

E foi impossível não encarar o Tp1 como parte dela.

O documentário, também francês, é DEMAIN – Le Film.

Traz o exato “outro lado” de toda a movimentação destrutiva que geralmente observamos sempre muito mais.

Os franceses conduzem com muita sensibilidade o registro das práticas ao redor do mundo que se contrapõem com dignidade – talvez não em intensidade e ainda na mesma escala – às coisas que nos dóem e nos deterioram como seres humanos.

Uma grande cidade americana onde o lixo é altamente controlado e não se torna problema.

A experiência de energia gerada de forma inteligente e não-destrutiva em países nórdicos.

A empolgação de finlandeses com suas visões e práticas de educação inimaginavelmente incríveis. As novas formas de se alimentar em Detroit.

As dezenas de moedas locais complementares na Inglaterra – totalmente paralelas às do país…

Aliás, essa questão das moedas locais é o que impede totalmente os dinheiros circulantes em um determinado espaço de “irem embora” dele – posto que só tem validade ali.

No Brasil, inclusive, temos centenas de moedas complementares – e o Banco Central dá uma espécie de assessoria para quem quiser criá-las no território.

São tantos os caminhos viáveis de nos desenvolvermos em nível local ou micro …. e todo dia me pergunto até quando vamos prescindir de um sistema centralizado em Brasília para nos deixar sermos responsáveis pelas nossas próprias vidas e felicidades.

Então, assista ao TERRA. E veja DEMAIN. Lembre-se de que os responsáveis por injetar esperança na vida da gente só podem ser nós mesmos, com nossas atitudes, ações e construções.

E o Tp1 faz parte disso. Vem também se você quer.

Somos Londrina. Somos Todos por Um

AJUDE LONDRINA A SER UMA CIDADE DE LEITORES!

 “As coisas que a Literatura pode procurar e ensinar são pouco numerosas mas insubstituíveis: a maneira de ver o próximo e a si mesmo, de atribuir valor às coisas pequenas ou grandes, de encontrar as proporções da vida, e o lugar do amor nela, e sua força e seu ritmo,e o lugar da morte, a maneira de pensar e não pensar nela e outras coisas necessárias e difíceis como a rudeza, a piedade, a tristeza, a ironia e o humor.”

 Ítalo Calvino

por Chris Mattos

Londrina – Encontrei esta citação do Calvino num texto
do professor de Literatura Rafael Ruiz.

Um texto em que ele fala sobre a importância
da Literatura na Era Digital.

É sobre viver num tempo em que temos muita informação
mas somos ignorantes sobre o que é “humano”.

 Inábeis com sentimentos, emoções e relacionamentos.

 (Você pode ler o texto do professor aqui. )

 Lembro do Rafael Ruiz contando que dava aulas de Literatura em um hospital em São Paulo.  A leitura dos clássicos servindo para humanizar médicos.

Tive apenas algumas aulas com Rafael Ruiz, foi num curso para (humanizar?) jornalistas.

 Nunca mais esqueci dessas aulas.

Através dos livros que trazia pra inspirar nossas conversas na sala de aula, o professor me fez repensar muitas escolhas.

Mesmo os livros que eu já havia lido me ajudaram, de novo, a descobrir mais sobre mim e os outros.

Senti isso.

Nós, brasileiros, lemos pouco. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-livro, no ano passado,
mostrou que apenas 56 % da população é de leitores.

E estes não chegam a ler 3 livros por ano.

 Veja a pesquisa aqui.

Ler traz bem-estar. Ajuda a viver melhor.

Como o Todos por Um busca uma cidade mais humana, a Literatura também será nosso instrumento.

Estamos criando o Tp1 Leitores para nossa comunidade.

O que tem na sua estante?

Várias ideias surgiram:

  • – Circuito Tp1 leitores nas escolas

  • – Escambo de livros

  •  – Livros grátis nos espaços públicos

  •  – Encontros com escritores

  •  – Cursos de literatura e poesia

  •  – Saraus e outros encontros festivos e culturais

E decidimos começar formando Mediadores de Rodas de Leitura.

Um projeto que só está sendo possível por causa de dois grandes parceiros.

A Fundação Geniantis e o Juntus Coworking! 

– A Roda de Leitura , no formato que vamos trazer pra Londrina, foi criada  pela Fundação Geniantis, de São Paulo. Desde 1999, a entidade pesquisa formas de apoiar a Educação e já criou 900 rodas de leitura na capital paulista. Além disso, mantém um programa para reduzir a evasão escolar. São especialistas nisso e toparam chegar perto do Tp1 em Londrina.

– A Roda é uma experiência de troca de saberes. É para incentivar uma postura ativa na construção do próprio futuro.

– Uma baita oportunidade para aumentar a consciência sobre si mesmo e sobre o outro. E de conciliar os interesses.

– Qualquer pessoa que goste de ler e goste de gente pode se inscrever para mediar uma Roda.

– Um Mediador é alguém treinado para ajudar os integrantes da Roda a fazerem descobertas através da prática da leitura.

– O Mediador precisa se comprometer em doar TEMPO para realizar um ciclo de 12 encontros da Roda.

– Cada uma terá 12 participantes. Ao final, a continuidade será avaliada por todos.

– O Mediador pode propor um lugar para criar uma Roda de Leitura. Ou mediar uma Roda em um local escolhido pelo Todos por Um.

– Os Mediadores devem ser maiores de idade!

Temos 30 VAGAS para o treinamento de Mediadores de Rodas de Leitura com o pessoal da Fundação Geniantis de São Paulo.

A oficina para capacitar os Mediadores será no fim de semana de 20 e21 de maio, das 9h às 17h. No Juntus Coworking da Rua Goiás, 1.774, centro.

Você não paga nada para participar. Troca o conhecimento e a possibilidade de desenvolver algo pelo trabalho voluntário na Roda. Tudo guiado, orientado e pensado por quem já fez isso e sabe muito.

 Pode ser no seu bairro, em um escola que você escolha. Ou em uma instituição – e inclusive dentro da empresa que você trabalha …

Ou você se coloca à disposição para assumir uma Roda em um local que o Tp1 apontar como importante. Calma… Estamos juntos!

PARA QUEM ISSO PODE SER MAIS VALIOSO AINDA?

Acreditamos no poder dessa capacitação valiosa principalmente para professores e estudantes de Pedagogia, Letras, Jornalismo, Psicologia e para todo ser humano que goste de interagir com os outros.

Qualquer um que goste de ler e de ouvir as pessoas está habilitado para o treinamento.

Se conhecer alguém que tenha esse perfil – e entenda que isso pode fazer bem para ela, diga sobre essa oportunidade.

Você vai ganhar um aprendizado pra vida – através dos livros que vamos trabalhar e das pessoas que o Mediador vai conhecer.

Se quiser uma das vagas, mande uma mensagem para tp1@tp1.com.br  informando nome completo, profissão,  RG, telefone e endereço.

É pra Londrina ficar ainda melhor.

A gente já começou.

Vem?

Somos Londrina. Somos Todos por Um .