Experiência Portugal: viaje com a gente!

Por Liane Mazzer –

Estranhando ver um post sobre Portugal no Tp1? Vou logo explicando, sou londrinense, mas moro em Portugal há 10 anos.

Eu e a Chris Mattos, uma das fundadoras do Tp1 e neta de portugueses, criamos um serviço de assessoria para brasileiros em Portugal. Objetivo é ajudar turistas, estudantes e também pessoas que querem viver aqui.

Agora o nosso serviço, Portugal me guia, também será divulgado  no site do Todos por Um Londrina.

Começo sugerindo um roteiro turístico saindo da rota consagrada Lisboa-Porto e subindo mais um pouco … até o Alto Douro.

Essa região foi uma das primeiras no mundo a ser delimitada para produção de vinho, mais precisamente em 1756, no governo do Marquês de Pombal.

Em 2001 recebeu a classificação de Patrimônio Mundial da UNESCO. Merecida!

PINHÃO-DOURO

A região é linda! São quilômetros e quilômetros de montanhas cobertas de videiras  agarradas às encostas do rio Douro e seus afluentes.

O Alto Douro tem um tipo de solo único. Só aqui se pode produzir o Vinho do Porto.

Essa delícia é feita a partir de uvas  cultivadas no solo de xisto dos socalcos que margeiam os rios. Os socalcos são espécies de degraus nas encostas dos rios.

É terra cheia de pedregulhos,  rica em nutrientes e com capacidade de reter a água e conservar a temperatura de modo a reduzir as variações térmicas. Esse é um dos segredos dos ótimos vinhos de mesa, moscatéis, espumantes, além do mundialmente famoso Vinho do Porto.

Nos últimos anos, essa região tem atraído cada vez mais visitantes que vêm à procura  de experiências vínicas e para desfrutar da natureza e da gastronomia.

Conhecer  o processo de fabricação dos vinhos e passar uns dias convivendo com os moradores do lugar é um investimento que vale a pena.

Já estivemos algumas vezes no Alto Douro e vamos  voltar muitas mais, porque sempre tem algo novo para ver e se encantar.ALTO-DOURO (2)

Dos  vilarejos tranquilos com suas casinhas de pedra cercadas de videiras aos grandes produtores de vinho com hotéis e restaurantes sofisticados, o viajante faz muitas descobertas por aqui.

É possível  passear pelo Alto Douro de barco, de trem ou de carro.

Com o barco você terá um passeio tranquilo e confortável desfrutando da paisagem sem ter que se preocupar em dirigir , com garçom lhe servindo comida e bebida.

DOURO1

O passeio de trem também é lindo. Em vários trechos a  ferrovia acompanha o trajeto do rio Douro. O visual  é incrível e custa menos que o  barco.

DSC05350

Mas se você  quiser explorar um pouco mais a região, conhecer vinícolas e caves, o  melhor mesmo é alugar um carro, a partir do Porto, e seguir, livre, parando onde seu coração mandar.

ESTAÇÃO PINHÃO

Qual a melhor época para ir ao Alto Douro?

A partir da primavera o clima vai ficando mais e mais quente e, as videiras, que no inverno pareciam mortas, vão cobrindo-se rapidamente de folhas verdes e cachos de uvas.

É uma transformação impressionante da natureza que tem o seu ponto alto no começo de setembro quando, geralmente, começa a vindima.

VINHAS DOURO

É a  época mais movimentada e de mais  trabalho nas quintas (as propriedades rurais),  mesmo assim muitas abrem as portas para visitas e algumas têm uma programação turística. O visitante pode participar da  colheita, pisar as uvas, além de degustar vinhos e pratos típicos.

É uma experiência única, sem dúvida!

Um detalhe que pode ser um pouco complicado na hora de organizar a viagem é saber quando será, exatamente, a vindima, porque depende do ponto de maturação das uvas, o  que pode ser a qualquer momento a partir de setembro…

DOURO VALLEY

Conhecer o Alto Douro no outono também é legal. O número de turistas diminui por causa do fim das férias dos europeus. Os preços dos passeios costumam ser mais baixos nos meses de outubro e novembro. A paisagem muda  trazendo os tons de vermelho, amarelo e marrom. É uma época muito agradável !

Enfim, você não vai acompanhar a vindima, mas vai desfrutar dos passeios mais tranquilamente  e , possivelmente, terá experiências mais “personalizadas” nas caves e quintas.

São duas propostas diferentes, mas ambas muito boas.

Qual o caminho a seguir de carro?

A sugestão é  a A Rota do Vinho do Porto que foi inaugurada em 1996 e vai da região do Peso da Régua, cidade com cerca de 17 mil habitantes, até a divisa com a Espanha – o Douro Superior.

Seguindo por esse caminho você vai conhecer cidades e vilarejos espalhados por uma região montanhosa que tem na produção do vinho sua principal atividade.

DOURO

No Douro Superior  há também o Parque Arqueológico do Vale do Côa. É um  sítio de arte rupestre que faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO. O Parque Natural do Douro Internacional também vale a visita.As amendoeiras em flor, no início de março, são um espetáculo!

Em todo o percurso  você pode fazer visitas guiadas em  vinícolas.

DOURO VINHOS

Algumas delas oferecem  hospedagem e restaurantes bem sofisticados.

Mas vale também conhecer os pequenos produtores, que antes vendiam sua produção para  grandes empresas, e agora decidiram produzir o seu próprio vinho, em menor escala, buscando mantercaracterísticas originais do terroir.

Isso não quer dizer que você deva deixar de ir naquela famosa vínicola que faz aquele vinho que você adora…

É claro que deve ir! E provavelmente ficará muito satisfeito com a sua visita.

Mas existem muitas outras opções,  que ainda não são muito conhecidas pelos turistas.

Experimente! Eu tenho algumas sugestões.

Quinta da Seara D’ Ordens- Vinho de mesa, Vinho do Porto

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Murganheira e Raposeira–  Espumantes- ambas do mesmo proprietário

RAPOSEIRA2ESPUMANTE-DOURO

Adega Cooperativa de Favaios- Moscatéis

ADEGA FAVAIOS

COOP. ADEGA FAVAIOS

Mais uma dica!

Se for em julho programe a sua viagem para começar por Amarante, uma cidade charmosa e com muita história,  que fica pertinho da região demarcada da Rota do Vinho.

E, julho  tem um festival de música e artes por lá, o Mimo. A programação  é ótima e gratuita.

Começar a jornada pelo festival em Amarante é unir o agradável ao agradável!

Enfim, há muitos ”Portugais” para o viajante conhecer, mas eu não deixaria o Alto Douro  fora do  roteiro.

Se quiser ajuda com o planejamento da sua estadia por aqui, já sabe!

É só mandar uma mensagem pra gente! Siga o serviço Portugal me guia no Instagram e no Facebook também!

portugalmeguiacontato@gmail.com

 

 

Liane Mazzer é mãe, londrinense, viajante apaixonada, moradora da cidade do Porto há 10 anos, enfermeira e parceira do Tp1 . Ela e a jornalista Chris Mattos (neta de portugueses), criaram um serviço de assessoria pra quem quer viajar para Portugal a passeio, a trabalho ou pretende se mudar pra lá. Aproveite as informações que compartilhamos aqui gratuitamente e se decidir cruzar o Atlântico com a nossa ajuda, é só mandar uma mensagem.

7/MAR: QUEM É A PESSOA QUE APARECE NO RETRATO?

A imagem bonita deste post é um autorretrato da artista plástica Cláudia Rezende Barbeiro, convidada para escolher o assunto do jantar de conversa do mês de março, na Cozinha Cutural Tp1.
Essa mineira, que veio morar em Londrina ainda criança, quer conversar sobre nossa imagem-identidade. Como nos mostramos para o mundo e por que?
Vamos conhecer a série de retratos que ela pintou durante um ano. São imagens de pessoas da intimidade da autora e de artistas que ela admira.
Qual é a preocupação do artista visual ao retratar um modelo? Como essa relação se transformou ao longo do tempo? Cláudia vai nos falar sobre esses temas e também  fazer considerações sobre a  construção da identidade nos dias de hoje.
Cláudia pinta e desenha desde os 16 anos, fez Educação Artística na Universidade Estadual de Londrina, pós-graduação em pintura, em Londres, na Inglaterra, e mestrado em Artes Plásticas, em Birmingham, também na Inglaterra.
Ela é autora de quadros, esculturas, gravuras, instalações, ilustrações, livro, artigos  e objetos originais.
Venha conversar, pensar e se divertir com a gente.
Não é palestra! É conversa para compartilhar saberes, valores e criar outras perspectivas para nós e a comunidade.
Um encontro descontraído para conhecer pessoas, ganhar aprendizado e inspiração.
É bom para gente de qualquer idade que valoriza a interação social como forma de autodesenvolvimento e de cuidar da saúde também!
Cozinha Cultural Tp1 com Cláudia Rezende Barbeiro.
Dia 7/mar, 19h30 às 21h30, Juntus Coworking, Rua Faria Lima, 755.
 
 
*******Ops! A venda de convites para este evento foi encerrada, às 17h, do dia 5 de março.*****

4/MAR – PASSEIO DA HORTA À FLORESTA

Chris Mattos
Londrina –  Temos um convite para você conhecer um novo caminho para a produção de alimentos.
Sabemos que a exploração de recursos do Planeta está no limite. O que pode nos salvar é uma mudança de comportamento.
A Agricultura precisa se livrar da dependência dos agrotóxicos. Produtos que estão causando problemas graves de saúde na população e danos gigantescos ao ambiente.
Uma saída é a Agrofloresta.
Nosso passeio será na Terra Planta, uma empresa que também é a declaração de fé num modo de vida.
Os proprietários, o casal Gabriela Scolari e Eduardo Carriça, escolheram como propósito para a família gerar abundância de alimentos e ao mesmo tempo proteger a natureza. É o legado que querem deixar para os filhos.
Gabriela é bióloga e  e Eduardo abandonou a carreira de designer gráfico para aprender a imitar a floresta, criando densidade e diversidade em canteiros de hortaliças, arbustos e árvores. Sem veneno ou adubos químicos, sem gastar muita água, acolhendo a fauna.
A Agrofloresta é um sistema de regeneração da terra  que garante alta produtividade na produção de alimentos.
Quem desenvolveu o método foi o suíço Ernest Gotsch. A equipe da Terra Planta aprendeu com ele e hoje também oferece cursos para todo o tipo de público. Entre os visitantes estão agrônomos, biólogos, paisagistas, donos de chácaras, produtores rurais, escolas e famílias interessadas em consumo responsável.
O Tp1 leva grupos para visitar a propriedade desde 2016. A experiência de ver a floresta nascendo e de ouvir o depoimento dos jovens agricultores – conhecendo de perto o resultado do trabalho deles – é emocionante.



Durante as visitas guiadas do Tp1, os participantes conversam com o Edu e a Gabi, percorrem os canteiros e testemunham a resposta da natureza.
O casal também compartilha o que sabe para o cultivo de hortas caseiras.
E oferece um almoço só com produtos orgânicos frescos. Uma delícia.
Além disso, é possível fazer a feira ali mesmo e voltar com a sacola cheia pra casa.
Onde tudo acontece
A Terra Planta está dentro da Fazenda Santa Rosa, no município de Sabáudia, 40 quilômetros de Londrina, à beira de uma rodovia. A propriedade é da família Scolari há décadas e sempre foi explorada pelo método tradicional da agricultura.
Agora, a nova geração está encarando o desafio de devolver o que foi retirado da natureza e construir um negócio realmente sustentável.
Fazer este passeio é inspirador. Faz pensar e abre caminho para que a gente busque e faça algo para melhorar o mundo ao nosso redor.
Venha! Traga seus filhos e amigos.
Será um domingo muito bem aproveitado.
Clica aí no vídeo para assistir Eduardo Carriça contando o que acontece. Depois, vale a pena seguir lendo.

Continue lendo a entrevista com o Eduardo:
1 – A Terra Planta está numa fazenda explorada pela agricultura convencional há várias gerações. Quais os prejuízos que este modelo causou na área da propriedade?
Os mesmos prejuízos que vemos por aí em todos os lugares onde a agricultura é feita de forma convencional: escassez do solo; extinção da fauna; envenenamento dos rios por agrotóxicos, gastos absurdos em adubação e controle de pragas.
2 – Como foi a descoberta e o aprendizado da Agricultura Sintrópica?
Descobrimos a Sintropia em julho de 2016, quando fizemos um curso de Introdução ao SAF (Sistema Agroflorestal) em Brasília com Juã Pereira.
Quando chegamos no cerrado tudo era seco e morto. Parecia um deserto – menos no Sítio Semente, onde o Juã vem fazendo agrofloresta sintrópica há 12 anos. Lá era tudo verde e fresco, dava para sentir a água abundante nas plantas, nas folhas, no ar… Dentro da agrofloresta fazia 25º C com umidade de 35%…e 10 metros fora dela a temperatura era de 33ºC  com umidade de 7% !!!
Ficamos maravilhados em ver como é possível fazer agricultura trabalhando em sintonia com a recuperação do ambiente, produzindo alimento e plantando floresta. Duas semanas depois, iniciamos a agrofloresta na Terra Planta!
3 – A ideia é ocupar toda a fazenda com Agrofloresta?
Esse é nosso desafio. É o que nos faz acordar e dormir pensando todo dia. É onde queremos chegar.
4 – A Terra Planta começou produzindo orgânicos de forma tradicional. Quais foram os ganhos a partir da produção agroflorestal?
Os ganhos foram principalmente ambientais. Não sabemos nem contabilizar em quantas vezes o nosso solo está melhor! As plantas raramente sofrem algum tipo de ataque, a fauna está chegando e em um ano e meio já vem tico-tico, perdiz, tatu, porco espinho, pererecas e sapos, lebres e muitos outros bichos.
A produção é muito maior e muito mais fácil. Não temos problemas com excesso de chuva e excesso de sol, a agrofloresta equilibra tudo isso. Os alimentos ficaram melhores e mais saborosos. É tudo em abundância.
5 – O que a Terra Planta produz e quem compra?
O nosso foco é fruta, mas enquanto elas não chegam produzimos de tudo um pouco. Hortaliças e legumes em geral. O que dá para produzir na nossa região, nós plantamos. Comercializamos nossos produtos em Arapongas e Londrina, em três feiras que fazemos durante a semana.
6 – Qual a motivação ao receber visitantes na propriedade?
Mostrar que é possível produzir de forma integrada com o ambiente, ajudando a natureza e não contra ela.
Nós começamos a receber pessoas aqui desde que iniciamos a agroflorestal. Queremos mostrar isso a elas: a evolução à natureza. Desde então fizemos alguns cursos e eventos e acreditamos que nesse tempo em torno de 600 pessoas estiveram aqui.
7 – Qual é o legado que pode resultar do trabalho de hoje?
Floresta, comida, animais, solo, muita água e, se der tempo, seres humanos.
8 – O que as pessoas podem aprender durante o passeio com o Tp1 ?
Vamos mostrar como melhorar um pouquinho o Planeta. Como comer melhor, como iniciar a sua horta, como cuidar do seu quintal, como cuidar do seu pomar, da sua bananeira. Coisas muito simples mas com um conhecimento muito profundo de Ernst Gotsch – que faz toda a diferença.
 9 – Por que a Terra Planta aceitou o convite do Tp1 para esta parceria?
Porque as pessoas precisam conhecer isso, ver de perto – não na tevê. O Tp1 é nosso parceiro desde o começo: quando implantamos o nosso primeiro canteiro os TpÚnicos vieram ver. Assim como a agrofloresta cria Áreas de Inclusão Permanente, o Tp1 cria Matérias de Inclusão dos Espectadores. Estamos juntos nessa.

O casal Eduardo e Gabriela: os anfitriões dessa fábrica de meio ambiente com comida a 40 kms de Londrina para visitarmos

RESUMO e ROTEIRO
PASSEIO: Tp1 DA HORTA À FLORESTA
O que esperar?
Conhecer o cultivo agroflorestal e os benefícios para o ambiente e as pessoas; participar de oficina de horta caseira (com dicas pra quem mora em apartamento também); saborear um almoço completo feito exclusivamente com produtos orgânicos; comprar hortaliças, frutas e queijos orgânicos numa feirinha exclusiva para os participantes.
Quando? 4 de março (domingo)
Onde? Terra Planta (40 km do centro de Londrina)
Público: Famílias com crianças, interessados em produzir alimentos para consumo próprio, produtores rurais, agrônomos, biólogos, curiosos.

  • Reserve já pagando pelos botões abaixo, imprimindo boleto (que pode ser pago na internet, lotéricas e caixas eletrônicos), ou com cartões diversos, à vista ou a prazo. Não é necessário ter conta no PagSeguro.

> Pague On-line!

Não-assinante dos Planos Tp1
Investimento: Aula de campo + oficina de horta caseira + almoço delícia
$70 convite individual               $120  duas pessoas             $40 crianças (até 12 anos)

                                                             

Assinantes de todos os planos mensalidades Tp1

$45   

*Crianças menores de 4 anos não pagam
ROTEIRO Tp1!
7h45: Ponto de Encontro, no estacionamento do Pizza Hut na Av. Ayrton Senna
8h00 : Partida para a Terra Planta, empresa de produtos orgânicos, em Sabáudia, a 40 km de Londrina.
9h00 : Chegada à Terra Planta
9h30: Passeio nos canteiros de agrofloresta
10h00 : Oficina de horta caseira
11h00 : Compras na feirinha orgânica (hortaliças, queijos e mudas)
12h00 – Almoço
13h00 : Siesta
14h00: Encerramento
 
AVISOS IMPORTANTES:
1 – Não oferecemos transporte. Cada um deve ir com seu carro ou combinar caronas no ponto de encontro. Não nos responsabilizamos pelo grupo durante o trajeto.
2 – Há uma praça de pedágio no trajeto. Você vai precisar pagar  xxx .
3 – Seja pontual. Não podemos aguardar quem se atrasa para não comprometer a programação. Se você perder a saída do grupo, poderá seguir sozinho até Sabáudia.
4 – Mas vai aproveitar menos o passeio. Link como chegar.
5 –  Use roupa leve mas que ajude a proteger do sol. Vá com calçado confortável e velho. Vai sujar! Leve toalha de banho, de rosto, sabonete e uma troca de roupa e chinelos se quiser tomar um banho no banheiro ou no esguicho da irrigação.
6 – Leve sua garrafinha d’água.
7- Leve um caderninho e caneta para fazer anotações durante a oficina de horta caseira.

10 e 24 DE MARÇO : VIDA VEG COM NICOLE KHOURI

Chris Mattos
Londrina – Refeições com predominância de pratos vegetarianos são a melhor opção para todos nós. Inclusive os carnívoros! Então que tal melhorar o seu repertório gastronômico e aprender receitas deliciosas sem carne?
A  Nicole Khouri, do Ateliê Comida de Gente, vai compartilhar  o que aprendeu em 4 anos de pesquisa e prática da Cozinha Vegetariana e Vegana.
Os encontros serão aos sábados de manhã. Vamos cozinhar e almoçar juntos..
É a Oficina Vida Veg com o Tp1!  Você pode escolher dia 10 ou 24 de março. Faça a reserva aqui mesmo no site.
Serve para você que se interessa pelo tema e pretende começar a observá-lo. Ou para quem quer dar um passo à frente na relação com a carne. E ainda se você é um chef de cozinha desejoso de oferecer essa variação no cardápio para os clientes.
O fato é que você pode estar DENTRO!
Todas as informações da Oficina Vida Veggie estão aqui neste link em outro post do Tp1.
Ao final desta entrevista da Chris Mattos, aqui do Tp1, com ela, há um resumo do evento:
– Nicole, quando e por que você decidiu deixar de comer carne?
Desde pequena sempre tive muito contato com os animais, principalmente os domésticos.
Contudo, em casa o consumo de carne sempre foi grande. Sou descendente de
libaneses e filha de pais que têm o dom da cozinha – e a
maioria dos pratos levava carne.
Esta relação entre amar os animais e alimentar-se deles
sempre foi um questionamento interno e quando saí de
casa para morar sozinha, isso se intensificou. Comecei a
ter mais contato com vegetarianos e veganos e a minha
visão de que estes estilos de vida estavam muito distantes
da minha realidade começou a cair por terra [ risos]
Então, no meu segundo ano morando fora resolvi tentar.
Li relatos, matérias e artigos e passei a me interessar pelos
documentários (que, sabia, eram fortes). E foi o que me
motivou a iniciar essa jornada.
Acredito que minha maior motivação estava na resposta a
este questionamento interno que sempre carreguei. No
fundo a gente sempre sabe o que é certo.
– Qual foi a reação da família, dos amigos?
Os amigos vegetarianos foram essenciais! Me ajudaram
com muitas dicas de saúde e para o dia a dia mesmo.
Mas no início a maioria das pessoas não botou fé [rsrs].
Entendo que pra quem estava acostumado com a
Nicole antes do vegetarianismo não iria acreditar tão fácil.
Eu comia muita carne, por costume mesmo.
Meu pai foi uma dessas pessoas que não acreditou muito –
pensou ser uma fase. Mas hoje ele e minha mãe (uma
grande incentivadora) inventam pratos e sempre preparam
uma opção vegan pra mim.
– Por que você deixou de ser vegetariana para se tornar
vegana? 
Sempre que me perguntam se sou vegana demoro um
pouco pra formular como isso soará pras pessoas. Quando
eu era ovolactovegetariana, tinha uma ideia de que os
veganos eram muito radicais e que eu nunca conseguiria.
Diria que sempre estarei em busca do veganismo como
algo para seguir vivendo – um ideal. Isto
porque mesmo tendo uma alimentação 100% vegetariana
estrita, existem aspectos da nossa vida que segundo o
veganismo não deixam de ser exploração animal.
É assim com o uso de medicamentos ou consumo de produtos que não sabemos a procedência, entre muitas outras coisas.
O que me fez buscar esse ideal foi algo que penso
acontecer com a maioria dos vegetarianos.
A partir do momento em que vivemos estes estilos de vida para além
da alimentação, somos mais conscientes do nosso impacto
e do nosso potencial de mudança e transformação (de
dentro pra fora).
E percebemos que podemos ir mais longe.
Foi o que eu senti: uma vontade grande de fazer um pouco
mais de diferença, cada vez mais. Isto porque o
ovolactovegetarianismo, mesmo sendo um passo
inicial e de grande valor para a causa, ainda contribui com
muita exploração.
Para mim, a indústria de laticínios, por
exemplo, é muito mais cruel do que a de carne de corte.
Mas insisto em dizer: as mudanças devem partir de
dentro para fora. Nunca faça pelos outros: faça por você e
no seu tempo.
– Você faz sua comida todos os dias ou é fácil encontrar
comida vegana fora de casa em Londrina? 
Prefiro cozinhar em casa, mas tá muito fácil encontrar
opções veganas pra almoçar em Londrina. Já para o jantar
fica mais restrito. Barzinho então … ainda é uma luta rsrs.
Fico feliz em ver que em um período de 5 anos o interesse
dos estabelecimentos em nos atender cresceu muito, muito
mesmo! Das hamburguerias da cidade, a maioria vai te
oferecer uma opção veggie ou vegan.
– Você concorda com a afirmação de que os veganos e
vegetarianos abrem mão de uma parte importante da vida
social que é “comer junto”?
Acredito que abrimos mão de muita coisa. Mas não abro
mão do “comer junto”.
Para mim, quem opta por estes estilos de vida passa a entender que o comer carne/derivados está muito mais ligado ao paladar do que a uma necessidade biológica, sabe?
Então, digamos que nós abrimos mão deste paladar para nos encontrarmos em
outro. Por isso a necessidade de se aventurar e se redescobrir
na cozinha.
No início da minha jornada vegetariana sofri muito. Sou
uma pessoa muito social. Já chorei em pizzaria [rsrsrs]!
Mas penso que com o tempo e com a firmeza da sua
decisão, as pessoas começam a te respeitar, compreender
e ajudar. Hoje meus amigos e familiares me incluem
naturalmente já sabendo o que posso ou não comer.
Nunca deixei de ir e sempre servi boa comida a todos
eles. Então, eu mereço né [rsrs]?
Acho importantíssimo deixar claro que não somos vítimas.
Se a opção for só batata frita, que seja. Nosso “sofrimento”
é tão pequeno perto do que tentamos livrar dos animais
que isso é besteira, sabe?

– Qual é o maior benefício que a mudança na alimentação
trouxe pra sua vida?
Olha, a principal mudança está na forma como me sinto a
cada refeição. Parece que continuo leve!
Nosso organismo fica mais limpo: sinto como se eu desse
ao meu corpo apenas o que ele precisa. Sem excessos.
Intestino funciona melhor, pele fica melhor, cabelos e
unhas fortes. Enfim, nenhuma mudança negativa (pelo
menos pra mim) e os exames dizem o mesmo.
– O que você acredita que é mais importante compartilhar
durante a oficina “Vida Veg”?
As infinitas possibilidades que a cozinha vegetariana
oferece. Acho que o mais importante é levar pras pessoas
a necessidade de experimentar, essa é a palavra. Na
cozinha, na vida, em tudo!
Quero levar um pouco da minha bagagem e combinação
de temperos para inspirar uma cozinha criativa e cruelty
free.
– Qual vai ser a dinâmica dos encontros ?
Vamos começar falando um pouco do tema de cada
encontro, uma introdução ao assunto principal. E quero
compartilhar um pouco da minha história neste sentido para
fazer um link com o que formos comer.
Cada um fica livre pra falar, questionar e somar no bate papo que deve ser
breve para colocarmos a mão na massa.
Feito isso, vamos começar a preparar as receitas juntos
(novamente, aqueles que quiserem). Uma entrada, um
prato principal e uma sobremesa. Para não enrolarmos
muito [rsrs] deixo tudo encaminhado antes!
Ah! O papo é livre durante os preparos. Quem não gosta de uma boa conversa e porque não, um bom vinho na cozinha?
Com tudo encaminhado, vamos comer e continuar a prosa!
– Qualquer pessoa pode participar?
Sim, qualquer pessoa será bem recebida para se aventurar
conosco nos encontros e no mundo veggie. Seja por um
mês ou por uma vida.
O único requisito para participar é: estar com a mente
aberta para conhecer e entender mais deste nosso mundo.
– Quem quiser aprender as receitas mas não está
comprometido em manter a dieta nem por um mês, pode
participar?
Com toda certeza. Estou certa de que você vai aproveitar
muito e em algum momento vai usar o que aprendeu e
vivenciou conosco.
– Por que você aceitou este convite do Tp1 ?
Qual o resultado você espera?
Porque além de ser uma grande fã do Tp1, os valores que
vocês compartilham e o ideal que propagam vai muito de
encontro com tudo que acredito.
Penso que esta parceria é mais um forte laço que ajuda a
fazer a diferença por aí. E o melhor, uma mudança prática
em que as pessoas participam, deixando de ser apenas
espectadores pra serem agentes de mudanças sociais.
E o que espero é que possamos tocar as pessoas por
meio de um bom papo e uma boa comida – e que isso possa
transformá-las.

– Qual é o teu prato preferido?
Mjadra (um arroz árabe com lentilhas, especiarias fortes e
cebolas queimadinhas) e todo tipo de massa com molho
vermelho, eu AMO. Não me peçam pra dizer um só [rsrs]!

____________________________
RESUMO

  • Oficina Vida Veg com Nicole Khouri
  • Para quem é? Curiosos, simpatizantes, vegetarianos, veganos, chefs de cozinha profissionais, amantes da gastronomia e todos que se sentirem abertos a aprender a partir de uma experiência concreta guiada.
  • O que? aula + almoço  + apostila + suporte da Nicole online (whatsapp) por uma semana
  • Quando? 10 de março e 24 de março. Das 9h30 às 12h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Cada sábado, um cardápio diferente para alegrar a alma – e com sabores firmes.
  • O valor inclui bebida? Não.
  • Quanto preciso investir? $80 convite individual para aula+almoço.
  • Preços para Assinantes mensalidades Tp1: $70 por aula+almoço .
  •   Sujeito à formação de grupo. Inscrições : tp1@tp1.com e pelo whatsapp 43 9 9156-9145 e 9 9141-1750.

 
 

10 e 24 /MARÇO : EXPERIÊNCIA VIDA VEG – CARNÍVOROS SÃO BEM-VINDOS!

Chris Mattos e Marcelo Frazão
Londrina – Muita gente começa o ano repensando várias coisas – entre elas, a alimentação.
Não apenas para atingir o objetivo mais comum, que geralmente é perder peso. São pessoas que colocam  outras questões na balança.

  • O sofrimento dos animais.

  • Os prejuízos ambientais provocados pela pecuária.

  • Os estudos que indicam que comer menos carne ajuda na prevenção de doenças graves – incluindo alguns tipos de câncer.

A Sociedade Brasileira de Vegetarianismo estima que incríveis 16
milhões de brasileiros deixaram de comer carne – cerca de 8% da
população.
Destes, 5 milhões seriam adeptos do Veganismo.
A filosofia de vida vegana exclui não só a carne do prato, mas
o consumo de qualquer outro produto que envolva sofrimento
ou exploração animal. Veganos não compram, por exemplo,
itens de higiene pessoal desenvolvidos a partir de testes com animais.
Olha só: o Tp1 não é uma comunidade de vegetarianos/veganos.
Nós dois aqui no Tp1 não somos. A Chris Mattos reduziu  o consumo de carne para no máximo três vezes por semana. O Marcelo Frazão deu umas patinadas: durante alguns meses, fez a segunda-feira sem carne – o que ajudou a cortar 20% do consumo na semana. Encontra-se em estado de promessa para voltar com a prática. E só essa pausa semanal, de fato, já fez com que comesse menos carne do que antes.
A questão é que estimulamos a vida saudável, em harmonia com a natureza. Por
isso, incentivamos a redução do consumo de carne e o aumento
de vegetais na dieta.
A complexidade disso e a profundidade é com cada um.

Essas motivações fazem sentido pra você? Despertam a
sua curiosidade ou o seu lado chef de cozinha?

Se alguma resposta for sim, a gente aqui no Tp1 preparou algo que tem relação direta com a nossa postura diante do prato.
Conhece a Nicole Khouri, do Ateliê Vegano Comida de Gente?

Ela aceitou o convite do Tp1 para conduzir a experiência
Vida Veg .
Em  encontros presenciais (10 e 24 de março) , a Nicole vai contar o que mudou na vida dela depois de aderir ao Vegetarianismo e , recentemente, ao Veganismo.
Junto com a Nicole vamos preparar  receitas MUITO GOSTOSAS sem carne.
Entre os encontros, durante os dias de intervalo, você continua recebendo suporte e conteúdos  sobre alimentação vegetariana e vegana. Pelo whatsapp, você tem contato direto permanente para dar o passo que você quiser. Sem pressão: só com esclarecimentos e práticas.
DECIDIMOS incluir a experiência Vida Veggie
no Calendário 2018 depois de pesquisar os interesses do público
do Tp1.
Encontramos várias pessoas que não exatamente têm a intenção de aderir ao vegetarianismo ou ao veganismo. No entanto, se interessam pelo tema principalmente porque se sentem tocadas pelas causas éticas envolvidas nesta escolha.
Optar por cardápios sem carne ao menos num dia da semana já
representa grande contribuição ao meio ambiente e à
saúde. Então, mesmo que você não tenha como objetivo o veganismo, aumentar o grau de consciência sobre essas questões já é um bom resultado para nós (todos!).
No site da Sociedade Brasileira de Vegetarianismo, você
encontra informações sobre o impacto do consumo de carne do
meio ambiente, os prejuízos provocados pela ingestão excessiva
de proteína animal e também dados e vídeos sobre o sofrimento
dos animais criados para nos alimentar.
 Clique aqui para conferir.
Reforçando! Esta oficina é pra quem deseja apenas reduzir o consumo de carne e também para aqueles que querem se tornar vegetarianos ou veganos.  A  Nicole Khouri  pode ajudar!
E se você trabalha ou pretende trabalhar com alimentação, não pode ignorar a crescente demanda por pratos sem produtos de origem animal. Aprenda com a Nicole!
Ainda há DUAS COISAS que você precisa ver:
1 – A história da Nicole Khouri, em uma entrevista com a Chris Mattos.
2 – O cardápio sensacional das 3 aulas da Oficina Vida Veg.
RESUMO

  • Oficina Vida Veg com Nicole Khouri
  • Para quem é? Carnívoros que querem reduzir o consumo de carne por questões éticas ou de saúde, vegetarianos, veganos, chefs de cozinha profissionais, amantes da gastronomia e todos que se sentirem abertos a aprender a partir de uma experiência concreta guiada.
  • O que? 3 aulas-almoço Vida Veg + apostila + suporte da Nicole online (whatsapp) durante 30 dias
  • Quando?  10 de março e 24 de março. Das 9h30 às 12h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Cada sábado, um cardápio diferente para alegrar a alma. Confira o cardápio logo abaixo das fotos.
  • O valor inclui bebida? Não.
  • Quanto preciso investir ?  $80 por aula+almoço ou $220 pelo pacote ( as  3 aulas da oficina).

Preços para Assinantes mensalidades Tp1:
$70 por aula + almoço
* Solicite o seu botão assinante com desconto pelo whats 43 9.9156-9145
* Sujeito à formação de grupo.
 Inscrições : tp1@tp1.com e pelo whatsapp 43 9 9156-9145 e 9 9141-1750.


Essa comida de dar água na boca e  as fotos foram feitas pela Nicole Khouri.
Abaixo confira o cardápio de cada um dos encontros.
E aqui o link com a entrevista da Nicole e a história de como superar-se pela alimentação.

Cardápio 10 de março

Entrada:  
Prato principal: Releitura de Tabule (Salada quente de quinoa, cogumelos e salsinha).
Sobremesa: Sopa fria de frutas com hortelã.

Cardápio 24 de março

 
Entrada: Confit de tomate cereja e tofu , servido no pão folha.
Prato principal: Risoto de abóbora cabotiá com sálvia e crocante de casca.
Sobremesa: Bolo de frutas com creme.
 
********Ops! A venda deste evento foi encerrada em 5 de março de 2018.

SAI TÉDIO! JANTAR DE CONVERSA NA COZINHA CULTURAL TP1 2018


Chris Mattos e 
Marcelo Frazão, com imagens de Beatriz Amaro
Londrina – Senhoras e senhores, estamos com UMA BAITA saudade de vocês!
Temos uma provocação e um convite. Queremos que você esteja com a gente no nosso Jantar de Conversas.
É o 1º encontro da Cozinha Cultural Tp1 em 2018!
Você costuma conversar com quem não conhece algo além de amenidades? Sente desconforto? Estranha? Acha divertido? Encara? Gosta?
No dia 1º de fevereiro (5ª), o Tp1 espera você – das 19h30 às 21h30.
Quando  sentar-se à mesa, você vai se servir da comida gostosa do Chef Mi Trautwein – um dos melhores de Londrina – e também de um cardápio de temas especial para o grupo ali reunido.
Calma: isso não tem relação com ser extrovertido ou tímido. Nem com saber mais ou menos sobre determinados assuntos.
O cardápio de conversas é formado por temas surpresa com os quais todos nós temos que lidar na vida. As instruções são secretas: você descobre só quando chega pra jantar.
(Fotos: Beatriz Amaro)

O nosso maior desejo na Cozinha Cultural Tp1 é que os convidados fiquem à vontade e se envolvam em diálogos interessantes e intrigantes. Tenham insights, explorem outros pontos de vista e saboreiem emoções positivas.
Pode ser que você comece uma nova amizade. Aprenda algo. Destrua um preconceito. Encontre aquela parceria que faltava. Ou simplesmente  compartilhe uma história ou opinião importante para você.

O fato é que a gente se fecha demais. Precisamos exercitar a arte da conversa.

O Tp1 aposta em interações verdadeiras, não-prontas, abertas à construção.

Presenteie seus amigos ou sua equipe de trabalho com essa chance de se divertir com a arte da conversa.

>>> Agora o Tp1 também oferece eventos customizados da Cozinha Cultural para empresas, associações, condomínios e pessoas que querem receber convidados de jeito diferente. A Cozinha do Tp1 é pra compartilhar conhecimento, cultura. É pra alimentar corpo e mente. É pra matar as várias fomes que sentimos. De saber, de conviver, de experimentar. Consulte!

Nossos encontros são sempre bem descontraídos. Buscamos acolher à todos e ajudar a ampliar relacionamentos pessoais e profissionais.

Não perca a estreia do ano !

Reserve já!

RESUMO

  • Cozinha Cultural – Cardápio de Conversa
  • O que esperar? Assuntos interessantes, comida boa, pessoas em busca de convívio e cultura, diversão e aprendizado.
  • Quando? 1º de fevereiro, das 19h30 às 21h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Iscas de lombo carameladas, Risoto de cogumelos e Banoff.
  • Há opção para vegetarianos e veganos? Sim, desde que a preferência seja informada ao menos 1 dia antes do evento, pelo whatsapp do Tp1. 9 9156-9145 ou 9 9141-1750.
  • O valor inclui bebida? Não. Você pode comprar no local. Se preferir levar um vinho, fique à vontade.

 

  • >> Pague On-line!
  • Reserve já o seu convite pagando pelos botões abaixo, imprimindo boleto, com cartões diversos, à vista ou a prazo. Não é necessário ter conta no PagSeguro.

> Pague On-line!

Valores para não-assinantes dos Planos Tp1  
R$ 60 convite individual 

R$ 100 convite para duas pessoas

 
 
Valores para Assinantes dos Planos Tp1:

  • Plano Sócio – R$  45
  • Plano Anjo – R$  40
  • Plano Soul – R$ 35

* Convidados de assinantes pagos: R$ 50
* Os assinantes de mensalidades têm lugar preferencial e recebem botões especiais com links de pagamento personalizados nos valores acima.