CASOU E ESQUECEU A BICICLETA? CONHEÇA O BIKE ANJO LONDRINA

Por Marcelo Frazão –
Se você, anos atrás, ficou entre casar e comprar um bicicleta e acabou escolhendo um casamento sem andar de bike – chegou a hora.
Chame a sua companhia e deixe de lado essa estranha exclusão.
Sobre bicicletas (e não sobre casamentos), é verdade que se um dia você já aprendeu a andar e deixou de lado, dificilmente terá se esquecido de como se equilibrar sobre uma.
Nem se esforçando dá.
Como se diz em internetês, “não tem como desver”.
Mas… e quem nunca andou?
Como fica esse batalhão de gente que não ralou o cotovelo quando criança e depois de adulto nunca sentiu o ventinho no rosto andando de bike?
Quem nunca teve bike por diversão, lazer, esporte, “rolê”, trilha, voltinha…. Bicicleta vai em tudo: serve até para ir ali na esquina, na padaria, no mercado, e voltar.
Tenho uma vaga lembrança de quando alguém (mãe, foi você???) “tirou as rodinhas” de uma bike azul meio perdida na minha lembrança…
Mas, e quem nunca?
Depois dos 30, 40, 50, 60 anos… quem vem tirar a rodinha de trás de quem quer aprender a andar de bike?
Quem vai estar junto dizendo “Vamos lá! Tô aqui!”?
Já ouviu falar no Bike Anjo? Pois é: eles também existem em Londrina e estão para quem precisar.
Aqui na cidade, são 13 bikers que se dedicam a dar uma mão para quem quer aprender a pedalar. Eles estão cadastrados na plataforma Bike Anjo, uma organização que hoje é internacional.
Tem Bike Anjo em tudo quanto é canto.
O movimento nasceu em 2010, junto com a “explosão” do cicloativismo em cidades como São Paulo – onde ciclovias e “pedaladores” urbanos ganharam a pauta pública.
Hoje, o Bike Anjo está em 29 países, 630 cidades.

Em algumas cidades, os anjos de bicicleta também ajudam grupos a circular por trajetos desconhecidos com segurança. E, sobretudo, difundem o uso das magrelas.
Em Londrina, o ciclista Mário Trevelin, 30 é um dos voluntários do movimento.
(você já deve tê-lo visto por aí trocando quilômetros de pedaladas por doações de alimentos para entidades)
“Desde 2015 já ensinei algumas pessoas a andar de bike do zero”, conta Mário. “Fazer parte de um grupo que ajuda pessoas de todas as idades a pedalar, no país inteiro, é mais um dos prazeres que desenvolvi com a bicicleta”.

No Bike Anjo, tudo é bem simples e direto.
Pela plataforma na internet – Bike Anjo (bikeanjo.org) – quem quer aprender a andar de bicicleta pede ajuda a um voluntário já cadastrado no sistema.
De forma aleatória, respeitando a cidade ou região de quem quer o suporte, o sistema escolhe o ciclista da vez.
Quem quer e quem precisa combinam o lugar e o horário. Se ambos toparem… bike!
“Entre 20 minutos e 40 minutos é suficiente para uma pessoa ganhar a liberdade em duas rodas”, assegura o bike-anjo.
Além dos 13 bikers cadastrados em Londrina, a Associação JCI (Junior Chamber International) também está junto nas pedaladas de aprendizagem. Dão aquela força.
Evento
No dia 11 de março, o grupo de anjos ciclistas de Londrina instala na cidade o que chamam de EBA – a Escola Bike Anjo.
A “escola” só funciona durante o “evento”, que acontece no Aterro do Lago Igapó.   
A partir das 9h de domingo, todos se encontram – voluntários, interessados, simpatizantes e ciclistas.
É uma forma de “quebrar o gelo” e não se sentir desconfortável para marcar algo sozinho com alguém do movimento bike anjo. E nem precisa ter uma bicicleta.
Quatro anjos de Curitiba também estarão na cidade para dar apoio às pedaladas. “Este dia serve para trocar ideias e reforçar a rede bike anjo. É para integrar todo mundo no espírito da ideia”.
Em Londrina, vários lugares podem servir de “campo de teste” para os bikes-anjo e quem precisa aprender – como o Zerão, a UEL e o Jardim Botânico, por exemplo.
“Conheço pessoas que por serem mais velhas ficam inibidas e envergonhadas de dizer que não sabem pedalar. A bike é um excelente motivo para todo mundo se colaborar”, diz o ciclista.
Mário não é dos praticantes que ficam apontando animosidades e rixas entre ciclistas e motoristas de veículos motorizados. Nem pensa que, devido ao relevo, Londrina seja um lugar “impossível” para as bicicletas. Pelo contrário.
Para ele, quanto mais bicicletas, melhor. “Quando um motorista percebe que aquela pessoa ali na bicicleta poderia ser alguém da sua família, um filho, a mulher, o irmão dele, isso gera empatia. A cidade só ganha com isso”.

Esse é o Mário Trevellin, voluntário do Bike Anjo

Ventinho no rosto
O voluntário do Bike Anjo entende que as bikes se tornaram um estilo de vida: “É a melhor forma de viver e conhecer a cidade. A bicicleta permite ventinho no rosto e liberdade. Na bike, obtemos novos pontos de vista, novas perspectivas da cidade onde a gente mora”, diz. “As ruas que beiram os vales de Londrina, por exemplo, são superagradáveis para passear”, convida.
Para Mário, chegou a hora de tirar a bicicleta velha da garagem, calibrar os pneus, deixar o medo de lado e #partiupedal.
“Tem muita gente que tem bike encostada em casa e que não sabe usar. Quem anda só tem ganhos. Algumas pesquisas indicam que a bike é o veículo ideal para trajetos até 8 kms. Estudantes que usam bicicletas tem notas até 28% maiores que os colegas que não tem. E, além de tudo, andar de bicicleta é uma maneira de se socializar com a nossa própria cidade”, garante.
Resumo: Escola Bike Anjo em Londrina 
Dia: 11 de março, domingo, 9h
Local: Aterro do Lago Igapó
Para quem nunca andou e quer aprender – e para quem anda e pode ajudar. 
* Sem restrições de idade! Não é preciso ter uma bike!
 

Como o Bike Anjo se define:

  • Uma corrente do bem

  • Uma rede orgânica, espontânea, colaborativa e voluntária

  • Difusores dos benefícios da bicicleta

  • Realizadores de sonhos

Onde se cadastrar como voluntário ou aprendiz www.bikeanjo.org
Facebook Bike Anjo Londrina – www.facebook.com/bikeanjolondrina
Veja o vídeo institucional do Bike Anjo:

Assista a esse depoimento do André, que aprendeu a andar com o Bike Anjo em Curitiba, pioneiro no Paraná:
https://www.facebook.com/bikeanjoctba/videos/1893056514070312/
Bora pedalar?
Somos Londrina. Somos Todos por Um

10 e 24 DE MARÇO : VIDA VEG COM NICOLE KHOURI

Chris Mattos
Londrina – Refeições com predominância de pratos vegetarianos são a melhor opção para todos nós. Inclusive os carnívoros! Então que tal melhorar o seu repertório gastronômico e aprender receitas deliciosas sem carne?
A  Nicole Khouri, do Ateliê Comida de Gente, vai compartilhar  o que aprendeu em 4 anos de pesquisa e prática da Cozinha Vegetariana e Vegana.
Os encontros serão aos sábados de manhã. Vamos cozinhar e almoçar juntos..
É a Oficina Vida Veg com o Tp1!  Você pode escolher dia 10 ou 24 de março. Faça a reserva aqui mesmo no site.
Serve para você que se interessa pelo tema e pretende começar a observá-lo. Ou para quem quer dar um passo à frente na relação com a carne. E ainda se você é um chef de cozinha desejoso de oferecer essa variação no cardápio para os clientes.
O fato é que você pode estar DENTRO!
Todas as informações da Oficina Vida Veggie estão aqui neste link em outro post do Tp1.
Ao final desta entrevista da Chris Mattos, aqui do Tp1, com ela, há um resumo do evento:
– Nicole, quando e por que você decidiu deixar de comer carne?
Desde pequena sempre tive muito contato com os animais, principalmente os domésticos.
Contudo, em casa o consumo de carne sempre foi grande. Sou descendente de
libaneses e filha de pais que têm o dom da cozinha – e a
maioria dos pratos levava carne.
Esta relação entre amar os animais e alimentar-se deles
sempre foi um questionamento interno e quando saí de
casa para morar sozinha, isso se intensificou. Comecei a
ter mais contato com vegetarianos e veganos e a minha
visão de que estes estilos de vida estavam muito distantes
da minha realidade começou a cair por terra [ risos]
Então, no meu segundo ano morando fora resolvi tentar.
Li relatos, matérias e artigos e passei a me interessar pelos
documentários (que, sabia, eram fortes). E foi o que me
motivou a iniciar essa jornada.
Acredito que minha maior motivação estava na resposta a
este questionamento interno que sempre carreguei. No
fundo a gente sempre sabe o que é certo.
– Qual foi a reação da família, dos amigos?
Os amigos vegetarianos foram essenciais! Me ajudaram
com muitas dicas de saúde e para o dia a dia mesmo.
Mas no início a maioria das pessoas não botou fé [rsrs].
Entendo que pra quem estava acostumado com a
Nicole antes do vegetarianismo não iria acreditar tão fácil.
Eu comia muita carne, por costume mesmo.
Meu pai foi uma dessas pessoas que não acreditou muito –
pensou ser uma fase. Mas hoje ele e minha mãe (uma
grande incentivadora) inventam pratos e sempre preparam
uma opção vegan pra mim.
– Por que você deixou de ser vegetariana para se tornar
vegana? 
Sempre que me perguntam se sou vegana demoro um
pouco pra formular como isso soará pras pessoas. Quando
eu era ovolactovegetariana, tinha uma ideia de que os
veganos eram muito radicais e que eu nunca conseguiria.
Diria que sempre estarei em busca do veganismo como
algo para seguir vivendo – um ideal. Isto
porque mesmo tendo uma alimentação 100% vegetariana
estrita, existem aspectos da nossa vida que segundo o
veganismo não deixam de ser exploração animal.
É assim com o uso de medicamentos ou consumo de produtos que não sabemos a procedência, entre muitas outras coisas.
O que me fez buscar esse ideal foi algo que penso
acontecer com a maioria dos vegetarianos.
A partir do momento em que vivemos estes estilos de vida para além
da alimentação, somos mais conscientes do nosso impacto
e do nosso potencial de mudança e transformação (de
dentro pra fora).
E percebemos que podemos ir mais longe.
Foi o que eu senti: uma vontade grande de fazer um pouco
mais de diferença, cada vez mais. Isto porque o
ovolactovegetarianismo, mesmo sendo um passo
inicial e de grande valor para a causa, ainda contribui com
muita exploração.
Para mim, a indústria de laticínios, por
exemplo, é muito mais cruel do que a de carne de corte.
Mas insisto em dizer: as mudanças devem partir de
dentro para fora. Nunca faça pelos outros: faça por você e
no seu tempo.
– Você faz sua comida todos os dias ou é fácil encontrar
comida vegana fora de casa em Londrina? 
Prefiro cozinhar em casa, mas tá muito fácil encontrar
opções veganas pra almoçar em Londrina. Já para o jantar
fica mais restrito. Barzinho então … ainda é uma luta rsrs.
Fico feliz em ver que em um período de 5 anos o interesse
dos estabelecimentos em nos atender cresceu muito, muito
mesmo! Das hamburguerias da cidade, a maioria vai te
oferecer uma opção veggie ou vegan.
– Você concorda com a afirmação de que os veganos e
vegetarianos abrem mão de uma parte importante da vida
social que é “comer junto”?
Acredito que abrimos mão de muita coisa. Mas não abro
mão do “comer junto”.
Para mim, quem opta por estes estilos de vida passa a entender que o comer carne/derivados está muito mais ligado ao paladar do que a uma necessidade biológica, sabe?
Então, digamos que nós abrimos mão deste paladar para nos encontrarmos em
outro. Por isso a necessidade de se aventurar e se redescobrir
na cozinha.
No início da minha jornada vegetariana sofri muito. Sou
uma pessoa muito social. Já chorei em pizzaria [rsrsrs]!
Mas penso que com o tempo e com a firmeza da sua
decisão, as pessoas começam a te respeitar, compreender
e ajudar. Hoje meus amigos e familiares me incluem
naturalmente já sabendo o que posso ou não comer.
Nunca deixei de ir e sempre servi boa comida a todos
eles. Então, eu mereço né [rsrs]?
Acho importantíssimo deixar claro que não somos vítimas.
Se a opção for só batata frita, que seja. Nosso “sofrimento”
é tão pequeno perto do que tentamos livrar dos animais
que isso é besteira, sabe?

– Qual é o maior benefício que a mudança na alimentação
trouxe pra sua vida?
Olha, a principal mudança está na forma como me sinto a
cada refeição. Parece que continuo leve!
Nosso organismo fica mais limpo: sinto como se eu desse
ao meu corpo apenas o que ele precisa. Sem excessos.
Intestino funciona melhor, pele fica melhor, cabelos e
unhas fortes. Enfim, nenhuma mudança negativa (pelo
menos pra mim) e os exames dizem o mesmo.
– O que você acredita que é mais importante compartilhar
durante a oficina “Vida Veg”?
As infinitas possibilidades que a cozinha vegetariana
oferece. Acho que o mais importante é levar pras pessoas
a necessidade de experimentar, essa é a palavra. Na
cozinha, na vida, em tudo!
Quero levar um pouco da minha bagagem e combinação
de temperos para inspirar uma cozinha criativa e cruelty
free.
– Qual vai ser a dinâmica dos encontros ?
Vamos começar falando um pouco do tema de cada
encontro, uma introdução ao assunto principal. E quero
compartilhar um pouco da minha história neste sentido para
fazer um link com o que formos comer.
Cada um fica livre pra falar, questionar e somar no bate papo que deve ser
breve para colocarmos a mão na massa.
Feito isso, vamos começar a preparar as receitas juntos
(novamente, aqueles que quiserem). Uma entrada, um
prato principal e uma sobremesa. Para não enrolarmos
muito [rsrs] deixo tudo encaminhado antes!
Ah! O papo é livre durante os preparos. Quem não gosta de uma boa conversa e porque não, um bom vinho na cozinha?
Com tudo encaminhado, vamos comer e continuar a prosa!
– Qualquer pessoa pode participar?
Sim, qualquer pessoa será bem recebida para se aventurar
conosco nos encontros e no mundo veggie. Seja por um
mês ou por uma vida.
O único requisito para participar é: estar com a mente
aberta para conhecer e entender mais deste nosso mundo.
– Quem quiser aprender as receitas mas não está
comprometido em manter a dieta nem por um mês, pode
participar?
Com toda certeza. Estou certa de que você vai aproveitar
muito e em algum momento vai usar o que aprendeu e
vivenciou conosco.
– Por que você aceitou este convite do Tp1 ?
Qual o resultado você espera?
Porque além de ser uma grande fã do Tp1, os valores que
vocês compartilham e o ideal que propagam vai muito de
encontro com tudo que acredito.
Penso que esta parceria é mais um forte laço que ajuda a
fazer a diferença por aí. E o melhor, uma mudança prática
em que as pessoas participam, deixando de ser apenas
espectadores pra serem agentes de mudanças sociais.
E o que espero é que possamos tocar as pessoas por
meio de um bom papo e uma boa comida – e que isso possa
transformá-las.

– Qual é o teu prato preferido?
Mjadra (um arroz árabe com lentilhas, especiarias fortes e
cebolas queimadinhas) e todo tipo de massa com molho
vermelho, eu AMO. Não me peçam pra dizer um só [rsrs]!

____________________________
RESUMO

  • Oficina Vida Veg com Nicole Khouri
  • Para quem é? Curiosos, simpatizantes, vegetarianos, veganos, chefs de cozinha profissionais, amantes da gastronomia e todos que se sentirem abertos a aprender a partir de uma experiência concreta guiada.
  • O que? aula + almoço  + apostila + suporte da Nicole online (whatsapp) por uma semana
  • Quando? 10 de março e 24 de março. Das 9h30 às 12h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Cada sábado, um cardápio diferente para alegrar a alma – e com sabores firmes.
  • O valor inclui bebida? Não.
  • Quanto preciso investir? $80 convite individual para aula+almoço.
  • Preços para Assinantes mensalidades Tp1: $70 por aula+almoço .
  •   Sujeito à formação de grupo. Inscrições : tp1@tp1.com e pelo whatsapp 43 9 9156-9145 e 9 9141-1750.

 
 

10 e 24 /MARÇO : EXPERIÊNCIA VIDA VEG – CARNÍVOROS SÃO BEM-VINDOS!

Chris Mattos e Marcelo Frazão
Londrina – Muita gente começa o ano repensando várias coisas – entre elas, a alimentação.
Não apenas para atingir o objetivo mais comum, que geralmente é perder peso. São pessoas que colocam  outras questões na balança.

  • O sofrimento dos animais.

  • Os prejuízos ambientais provocados pela pecuária.

  • Os estudos que indicam que comer menos carne ajuda na prevenção de doenças graves – incluindo alguns tipos de câncer.

A Sociedade Brasileira de Vegetarianismo estima que incríveis 16
milhões de brasileiros deixaram de comer carne – cerca de 8% da
população.
Destes, 5 milhões seriam adeptos do Veganismo.
A filosofia de vida vegana exclui não só a carne do prato, mas
o consumo de qualquer outro produto que envolva sofrimento
ou exploração animal. Veganos não compram, por exemplo,
itens de higiene pessoal desenvolvidos a partir de testes com animais.
Olha só: o Tp1 não é uma comunidade de vegetarianos/veganos.
Nós dois aqui no Tp1 não somos. A Chris Mattos reduziu  o consumo de carne para no máximo três vezes por semana. O Marcelo Frazão deu umas patinadas: durante alguns meses, fez a segunda-feira sem carne – o que ajudou a cortar 20% do consumo na semana. Encontra-se em estado de promessa para voltar com a prática. E só essa pausa semanal, de fato, já fez com que comesse menos carne do que antes.
A questão é que estimulamos a vida saudável, em harmonia com a natureza. Por
isso, incentivamos a redução do consumo de carne e o aumento
de vegetais na dieta.
A complexidade disso e a profundidade é com cada um.

Essas motivações fazem sentido pra você? Despertam a
sua curiosidade ou o seu lado chef de cozinha?

Se alguma resposta for sim, a gente aqui no Tp1 preparou algo que tem relação direta com a nossa postura diante do prato.
Conhece a Nicole Khouri, do Ateliê Vegano Comida de Gente?

Ela aceitou o convite do Tp1 para conduzir a experiência
Vida Veg .
Em  encontros presenciais (10 e 24 de março) , a Nicole vai contar o que mudou na vida dela depois de aderir ao Vegetarianismo e , recentemente, ao Veganismo.
Junto com a Nicole vamos preparar  receitas MUITO GOSTOSAS sem carne.
Entre os encontros, durante os dias de intervalo, você continua recebendo suporte e conteúdos  sobre alimentação vegetariana e vegana. Pelo whatsapp, você tem contato direto permanente para dar o passo que você quiser. Sem pressão: só com esclarecimentos e práticas.
DECIDIMOS incluir a experiência Vida Veggie
no Calendário 2018 depois de pesquisar os interesses do público
do Tp1.
Encontramos várias pessoas que não exatamente têm a intenção de aderir ao vegetarianismo ou ao veganismo. No entanto, se interessam pelo tema principalmente porque se sentem tocadas pelas causas éticas envolvidas nesta escolha.
Optar por cardápios sem carne ao menos num dia da semana já
representa grande contribuição ao meio ambiente e à
saúde. Então, mesmo que você não tenha como objetivo o veganismo, aumentar o grau de consciência sobre essas questões já é um bom resultado para nós (todos!).
No site da Sociedade Brasileira de Vegetarianismo, você
encontra informações sobre o impacto do consumo de carne do
meio ambiente, os prejuízos provocados pela ingestão excessiva
de proteína animal e também dados e vídeos sobre o sofrimento
dos animais criados para nos alimentar.
 Clique aqui para conferir.
Reforçando! Esta oficina é pra quem deseja apenas reduzir o consumo de carne e também para aqueles que querem se tornar vegetarianos ou veganos.  A  Nicole Khouri  pode ajudar!
E se você trabalha ou pretende trabalhar com alimentação, não pode ignorar a crescente demanda por pratos sem produtos de origem animal. Aprenda com a Nicole!
Ainda há DUAS COISAS que você precisa ver:
1 – A história da Nicole Khouri, em uma entrevista com a Chris Mattos.
2 – O cardápio sensacional das 3 aulas da Oficina Vida Veg.
RESUMO

  • Oficina Vida Veg com Nicole Khouri
  • Para quem é? Carnívoros que querem reduzir o consumo de carne por questões éticas ou de saúde, vegetarianos, veganos, chefs de cozinha profissionais, amantes da gastronomia e todos que se sentirem abertos a aprender a partir de uma experiência concreta guiada.
  • O que? 3 aulas-almoço Vida Veg + apostila + suporte da Nicole online (whatsapp) durante 30 dias
  • Quando?  10 de março e 24 de março. Das 9h30 às 12h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Cada sábado, um cardápio diferente para alegrar a alma. Confira o cardápio logo abaixo das fotos.
  • O valor inclui bebida? Não.
  • Quanto preciso investir ?  $80 por aula+almoço ou $220 pelo pacote ( as  3 aulas da oficina).

Preços para Assinantes mensalidades Tp1:
$70 por aula + almoço
* Solicite o seu botão assinante com desconto pelo whats 43 9.9156-9145
* Sujeito à formação de grupo.
 Inscrições : tp1@tp1.com e pelo whatsapp 43 9 9156-9145 e 9 9141-1750.


Essa comida de dar água na boca e  as fotos foram feitas pela Nicole Khouri.
Abaixo confira o cardápio de cada um dos encontros.
E aqui o link com a entrevista da Nicole e a história de como superar-se pela alimentação.

Cardápio 10 de março

Entrada:  
Prato principal: Releitura de Tabule (Salada quente de quinoa, cogumelos e salsinha).
Sobremesa: Sopa fria de frutas com hortelã.

Cardápio 24 de março

 
Entrada: Confit de tomate cereja e tofu , servido no pão folha.
Prato principal: Risoto de abóbora cabotiá com sálvia e crocante de casca.
Sobremesa: Bolo de frutas com creme.
 
********Ops! A venda deste evento foi encerrada em 5 de março de 2018.

ANÁLISE: COMO VENDER ZONEAMENTO SE TORNOU UM FILÃO EM LONDRINA

Marcelo Frazão
Londrina – Em agosto do ano passado, ao assistir mais uma sessão DAQUELAS da nossa Câmara de Vereadores, escrevi umas linhas sobre a aliança entre vereadores e empreendedores, consultores, empresários e o Conselho Municipal das Cidades (CMC) nas mudanças de zoneamento em Londrina.
O que me doía era o quanto isso nos destruía sem que conseguíssemos impedir.
Está aqui neste link.
Alterar zoneamentos, permitir o que não dá, avalizar indústrias perto de vizinhos, loteamentos onde eles não precisariam existir, comércios que causam barulho, poluição e movimentação excessiva perto de pessoas.  Na nossa cidade se pode praticamente tudo – desde que você tenha os “contatos” certos.
As práticas independem da gestão e da ideologia.
Desde o governo Nedson, passando por todos os governos municipais – dos “limpinhos” aos “sujinhos” – zoneamentos, aberturas de indústrias e de loteamentos são considerados como os “filés” da coisa pública.
E isso nunca parou.
Agora, o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) – de novo – revela que vereadores, funcionários da Prefeitura de Londrina, empresários e consultores privados ligados ao Conselho Municipal da Cidade (CMC) atuaram em um esquema de corrupção para mudar o zoneamento de áreas e transformá-las em loteamentos residenciais na cidade.
Sinceramente, não nutria mais esperança de que alguém olhasse seriamente para as históricas relações entre empresários de Londrina, CMC, Ippul, Secretaria de Obras, vereadores e os “projetos de desenvolvimento” que, em cada gestão, os prefeitos de Londrina sacam do bolso “para o bem da economia”.
Na minha mente, me toma aquela visão de nós moradores sendo pisoteados por empresas que forçam mudanças de zoneamento – como no caso da Adama, por exemplo – e na instalação de zoneamentos industriais onde eles não deveriam estar.
É assim com o caso da insistência de reduzir a zona de amortecimento da Mata dos Godoy, por exemplo, ou sobre o projeto de lei que, por pouco, não foi aprovado para permitir mecânicas, e funilarias junto com zonas residenciais.
A política local, os políticos e uma parte interessante dos empresários de Londrina são useiros em ridicularizar Ongs, movimentos de moradores e aquela sociedade que não é herdeira histórica dos pioneiros nem dona de negócios locais. Eles não fazem parte daqueles grupos da “sociedade civil organizada”.
Mas, enfim, nunca parece tarde.
O fato é que o Gaeco está aí, para reacender aquilo que movimentos como o Participa Londrina – de fiscalização sobre o Plano Diretor – sempre trouxeram à tona e, invariavelmente, eram ignorados.
11 pessoas são investigadas no esquema do Plano Diretor e devem receber tornozeleiras eletrônicas. A justiça negou o pedido de prisão para elas.
Os vereadores Rony Alves (PTB) e Mário Takahashi (PV) foram afastados e devem receber tornozeleiras eletrônicas após a Operação ZR-3 ter sido deflagrada para vasculhar a Câmara de Vereadores e residências na cidade.
Os dois foram afastados por 180 dias pela Justiça.
Entre 2013 e 2017, o Gaeco identificou que haveria recebimento de terrenos e valores de R$ 100 mil a R$ 1 milhão pelos “serviços” – que iam desde a agilização da votação na Câmara de Vereadores até os trâmites na Prefeitura de Londrina para a consolidação das áreas.
Há envolvimento de ex-integrantes da gestão Kireeff – como a ex-presidente do Ippul, Ignês Dequech, e o ex-secretário do ambiente Cleuber Moraes de Britto. Ignês, vale lembrar, foi implicada naquele rumoroso caso da liberação da construção da Havan, ali no centro de Londrina – o que também virou processo do Ministério Público à época.
Após deixarem os cargos na gestão, os dois passaram a atuar como consultores e membros do Conselho Municipal das Cidades (CMC). O lobista Luiz Guilherme Alho, igualmente ligado ao CMC, também está entre os investigados. Independente do governo de plantão, os três sempre tiveram trânsito garantido em discussões e aprovações de mudanças de zoneamento na Câmara.
Vale ressaltar que nem Kireeff nem Marcelo Belinati são investigados ou suspeitos de algo.
“Um grupo estruturado dentro da administração pública facilitava a mudança de zoneamentos mediante recebimento de vantagens indevidas”, afirmou o delegado Alan Flore, do Gaeco, em entrevista coletiva na manhã de hoje.
Veja a lista dos investigados: eles têm 24 horas para receberem as tornozeleiras eletrônicas.

  1. Rony Alves (PTB), vereador afastado
  2. Mário Takahashi (PV), presidente afastado da Câmara de Vereadores  
  3. Ossamu Kaminagakura, funcionário da Prefeitura
  4. Luiz Guilherme Alho, consultor, membro do CMC
  5. Evandir Duarte de Aquino, chefe de gabinete Rony Alves
  6. Brasil Filho Teodoro
  7. Cleuber Moraes Brito, ex-secretário, consultor, integrante do CMC
  8. José Castro Neto
  9. Ignes Dequech Álvares, ex-presidente do Ippul, integrante do CMC
  10. Homero Fronja
  11. Vander Mendes Ferreira

SAI TÉDIO! JANTAR DE CONVERSA NA COZINHA CULTURAL TP1 2018


Chris Mattos e 
Marcelo Frazão, com imagens de Beatriz Amaro
Londrina – Senhoras e senhores, estamos com UMA BAITA saudade de vocês!
Temos uma provocação e um convite. Queremos que você esteja com a gente no nosso Jantar de Conversas.
É o 1º encontro da Cozinha Cultural Tp1 em 2018!
Você costuma conversar com quem não conhece algo além de amenidades? Sente desconforto? Estranha? Acha divertido? Encara? Gosta?
No dia 1º de fevereiro (5ª), o Tp1 espera você – das 19h30 às 21h30.
Quando  sentar-se à mesa, você vai se servir da comida gostosa do Chef Mi Trautwein – um dos melhores de Londrina – e também de um cardápio de temas especial para o grupo ali reunido.
Calma: isso não tem relação com ser extrovertido ou tímido. Nem com saber mais ou menos sobre determinados assuntos.
O cardápio de conversas é formado por temas surpresa com os quais todos nós temos que lidar na vida. As instruções são secretas: você descobre só quando chega pra jantar.
(Fotos: Beatriz Amaro)

O nosso maior desejo na Cozinha Cultural Tp1 é que os convidados fiquem à vontade e se envolvam em diálogos interessantes e intrigantes. Tenham insights, explorem outros pontos de vista e saboreiem emoções positivas.
Pode ser que você comece uma nova amizade. Aprenda algo. Destrua um preconceito. Encontre aquela parceria que faltava. Ou simplesmente  compartilhe uma história ou opinião importante para você.

O fato é que a gente se fecha demais. Precisamos exercitar a arte da conversa.

O Tp1 aposta em interações verdadeiras, não-prontas, abertas à construção.

Presenteie seus amigos ou sua equipe de trabalho com essa chance de se divertir com a arte da conversa.

>>> Agora o Tp1 também oferece eventos customizados da Cozinha Cultural para empresas, associações, condomínios e pessoas que querem receber convidados de jeito diferente. A Cozinha do Tp1 é pra compartilhar conhecimento, cultura. É pra alimentar corpo e mente. É pra matar as várias fomes que sentimos. De saber, de conviver, de experimentar. Consulte!

Nossos encontros são sempre bem descontraídos. Buscamos acolher à todos e ajudar a ampliar relacionamentos pessoais e profissionais.

Não perca a estreia do ano !

Reserve já!

RESUMO

  • Cozinha Cultural – Cardápio de Conversa
  • O que esperar? Assuntos interessantes, comida boa, pessoas em busca de convívio e cultura, diversão e aprendizado.
  • Quando? 1º de fevereiro, das 19h30 às 21h30.
  • Onde? Juntus Coworking, rua Prefeito Faria Lima, 755, Londrina.
  • O que vamos comer? Iscas de lombo carameladas, Risoto de cogumelos e Banoff.
  • Há opção para vegetarianos e veganos? Sim, desde que a preferência seja informada ao menos 1 dia antes do evento, pelo whatsapp do Tp1. 9 9156-9145 ou 9 9141-1750.
  • O valor inclui bebida? Não. Você pode comprar no local. Se preferir levar um vinho, fique à vontade.

 

  • >> Pague On-line!
  • Reserve já o seu convite pagando pelos botões abaixo, imprimindo boleto, com cartões diversos, à vista ou a prazo. Não é necessário ter conta no PagSeguro.

> Pague On-line!

Valores para não-assinantes dos Planos Tp1  
R$ 60 convite individual 

R$ 100 convite para duas pessoas

 
 
Valores para Assinantes dos Planos Tp1:

  • Plano Sócio – R$  45
  • Plano Anjo – R$  40
  • Plano Soul – R$ 35

* Convidados de assinantes pagos: R$ 50
* Os assinantes de mensalidades têm lugar preferencial e recebem botões especiais com links de pagamento personalizados nos valores acima.

 
 

DA IDEIA À AÇÃO: OFICINA PARA NEGÓCIOS

Chris Mattos e Marcelo Frazão
Londrina – Tem um negócio começando em Londrina ou que já existe e precisa se reinventar? Faz parte da multidão de brasileiros que não busca mais uma vaga no mercado e quer levar à frente uma ideia?
Que tal uma ajuda externa – inclusive para envolver o (s) sócio(s), colaboradores ou equipe – para ajudar a ter mais clareza e afinar um plano de ação para 2018?
Então este é um convite para você! Venha para a oficina “Transforme sua ideia em ação”
Aqui no Tp1 a gente sabe bem que não é simples inovar e dar o passo seguinte ao mesmo tempo em que tudo “está acontecendo”. Com a gente também é assim.
E foi por isso que nos juntamos com a empresa X-per e a startup Levantar Âncora para te oferecer insights para o seu negócio por meio de um jogo.
Técnicas de gamification são parte do que há de mais moderno e empolgante para vários campos da vida. São práticas capazes de dar (novo) sentido principalmente aos negócios e empresas.

No lugar de uma reunião convencional com sócios ou equipe, experimente um jogo vivo, interativo, no qual as possibilidades se abrem.
Tudo em um ambiente colaborativo, trocando impressões e ideias com outros empreendedores. A oficina “Transforme sua ideia em ação” é para destravar a mente, liberar a criatividade, tirar aquele medo normal de empreender (ainda mais em um país como o nosso).

Serve também para universitários em busca do sonho de começar. Não importa se você quer abrir a sua primeira empresa ou se precisa dar um novo passo no negócio já consolidado. Você pode participar da oficina sozinho ou levar a equipe com quem trabalha.
O Tp1 + Levantar Âncoras + X-per estão prontos para receber quem está cheio de desejo de construir modelos de negócios transformadores, capazes de causar impacto positivo no público.
Jogue com a gente e ganhe insights para seus negócios! Conheçam o game que ajuda a pensar, repensar e trocar impressões sobre os seus projetos!
Junte-se ao grupo que vai fazer este treinamento.
O instrutor e mentor é Walter Kock, da startup londrinense Levantar Âncora, credenciado na empresa X-per para desenvolver as interações com o jogo.
Kock é mentor e administrador de empresas dedicado a melhorar processos organizacionais, graduado em processos gerenciais pela Fundação Getúlio Vargas, com MBA em Gestão de Projetos.
São 8 horas de oficina divididos em dois dias (18h às 22h). As datas ainda serão definidas
Se você tiver interesse previamente, mande um whats para Chris Mattos (43) 9.9156-9145 e deixe seu nome.
RESUMO
Oficina: Transforme sua ideia em ação
O que esperar? Experiência de Modelagem de Negócio por meio de um jogo.
Para quem é? Empreendedores de qualquer área, em qualquer estágio, bem como equipes e gestores, universitários.
Data? Para definição.
Onde? Juntus Coworking, Rua Faria Lima, 775, centro, Londrina.

  • >> Pague On-line!
  • Reserve já pagando pelos botões abaixo, imprimindo boleto (que pode ser pago na internet, lotéricas e caixas eletrônicos), ou com cartões diversos, à vista ou a prazo. Não é necessário ter conta no PagSeguro.

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Valor para não-assinantes dos Planos Tp1  
R$ 90 por pessoa 

 Valores para Assinantes dos Planos Tp1:

  • Plano Sócio – R$ 80
  • Plano Anjo – R$ 70 
  • Plano Soul – R$ 60

    * Assinantes de planos de mensalidade Tp1 recebem botões personalizados com os valores acima para a oficina. Caso você seja um assinante de mensalidade, requisite o seu link para pagamento com desconto.